A teoria das ações de Donald Davidson.

dc.creatorDaniel Grandinetti Rodrigues de Sousa
dc.date.accessioned2019-08-10T22:25:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:51Z
dc.date.available2019-08-10T22:25:15Z
dc.date.issued2010-02-25
dc.description.abstractDavidson adopts the principle that actions can be explained by the desire to reach a certain goal and the belief that one is doing what is necessary to satisfy this desire, and that this couple desire-belief constitutes a reason for the agent to act. In the analysis of an action, many reasons can be given, but only one can count as the one by which the agent acted. And if the reason by which the agent acted explains his action, this primary reason is the cause of his acting. Nevertheless, there are cases in which the reason given by the agent himself in the explanation of his action does not count, according to his own best judgment, as his best reason to act, and the cause of the action is not anymore the reason itself, but the desire that led the agent to deny what he considered the best to be done. This desire, denying his best judgment, can not be justified by the agents reasons, and must be called irrational and considered as the cause of an irrational action. In the explanation of this kind of actions, Davidson is forced to elaborate the principles of a philosophy of mind in which he takes three principles he attributes to Freud.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-89LPGP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRazão
dc.subjectFilosofia
dc.subjectAto (Filosofia)
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA teoria das ações de Donald Davidson.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ernesto Perini Frizzera da Mota Santos
local.contributor.referee1Sergio Ricardo Neves de Miranda
local.contributor.referee1Mauro Luiz Engelmann
local.description.resumoDavidson adota a premissa de que ações podem ser explicadas pelo desejo de atingir um objetivo e pela crença de se estar fazendo o necessário para satisfazê-lo, e que a dupla desejo-crença em questão constitui uma razão para que o agente coloque a ação em execução. Na análise de uma ação, podem ser dadas muitas razões, mas apenas uma delas conta como a razão pela qual o agente a executou. E se a razão pela qual o sujeito agiu é aquela que explica sua ação, então esta sua razão primária é a causa de seu agir. Entretanto, há casos em que a razão primária fornecida pelo próprio agente na explicação de uma ação não representa, de acordo com seu próprio melhor julgamento, a melhor de suas razões para agir, e a causa da ação não é mais a própria razão, mas o desejo que levou o agente a contrariar aquilo que ele próprio considerava o melhor a ser feito. Este desejo, contrariando o melhor julgamento do agente e não podendo ser justificado pelas razões dele, é irracional, e a causa de uma ação igualmente irracional. E na explicação de ações deste tipo, Davidson se vê obrigado a esboçar uma filosofia damente tomando de empréstimo algumas premissas que ele atribui a Freud.
local.publisher.initialsUFMG

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