Mulheres cordelistas: percepções do universo-feminino na Literatura de Cordel

dc.creatorDoralice Alves de Queiroz
dc.date.accessioned2019-08-13T17:27:00Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:04Z
dc.date.available2019-08-13T17:27:00Z
dc.date.issued2006-03-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ALDR-6WEK7J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMulheres na literatura
dc.subjectLiteratura de cordel brasileira História e crítica
dc.subjectTradição oral
dc.subjectGênero
dc.subjectLiteratura de cordel brasileira Escritoras
dc.subject.otherLiteratura de Cordel
dc.subject.otherLiteratura feminina
dc.titleMulheres cordelistas: percepções do universo-feminino na Literatura de Cordel
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Sonia Maria de Melo Queiroz
local.contributor.referee1Constancia Lima Duarte
local.contributor.referee1Edilene Dias Matos
local.description.resumoA Literatura de Cordel, antiga tradição brasileira de origem européia, foi, durante muito tempo, reduto eminentemente masculino. Embora alguns estudiosos da cultura popular brasileira tenham identificado as mulheres como o principal arquivo das tradições orais, nota-se, nas antologias do gênero, a ausência de folhetos de autoria feminina, o que pode revelar, dentre outros fatores, uma faceta de preconceitos contra a mulher e a sua participação numa sociedade patricarcal. A pesquisa de campo realizada em diversos pontos de venda de cidades nordestinas e a busca nos principais acervos de cordel de Campina Grande, de João Pessoa, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo detectaram a presença de 70 mulheres cordelistas e 170 títulos. Depois da primeira mulher de que se tem notícia como autora de cordel, que publicou em 1938 sob pseudônimo masculino, somente a partir de 1970 é que se pode verificar manifestações de autoria assumidamente feminina. Na atualidade, mulheres, através da escrita de cordéis, denunciam uma realidade social e também anunciam perspectivas de vida. São professoras, psícologas, advogadas, dramaturgas, donas-de casa, que, utilizam-se dessa forma de manifestação da nossa cultura, deixam fluir sua poeticidade e através dela demonstram sue sentimentos, aspirações e visões de mundo, conslolidando uma identidade autoral e o espaçao feiminino na literatura de cordel.
local.publisher.initialsUFMG

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