Staff knowledge and attitudes towards COVID-19 new biosafety practices at a brazilian dental school

dc.creatorAna Carolina Marques-Medeiros
dc.creatorRenata de Castro Martins
dc.creatorMaria Elisa de Souza e Silva
dc.creatorÊnio Lacerda Villaça
dc.creatorLeandro Napier Souza
dc.creatorMaria Auxiliadora Parreiras Martins
dc.creatorRicardo Santiago Gomez
dc.creatorMauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu
dc.date.accessioned2023-09-06T20:18:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:14Z
dc.date.available2023-09-06T20:18:13Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractObjetivo: Avaliar o conhecimento e as atitudes em relação às recomendações de biossegurança durante a pandemia de COVID-19 em uma faculdade de odontologia brasileira. Material e Métodos: Foi realizado um estudo transversal em 2020 com o corpo clínico de uma faculdade de odontologia brasileira. A todo o corpo clínico foram enviados questionários on-line pré-testados e autoadministrados sobre conhecimentos e atitudes em relação as recomendações para biossegurança em ambientes odontológicos no contexto da pandemia de COVID-19. Foram realizadas análises estatísticas descritivas para cálculo de proporções. Resultados: Toucas descartáveis, aventais de isolamento e luvas foram os equipamentos de proteção individual (EPI) mais frequentemente relatados. As taxas variaram de 52,9% a 88,5% para respiradores N95, de 68,6% a 92,6% para protetores faciais, de 47,4% a 67,5% para protetores oculares convencionais e 45,1% a 77,4% para proteção ocular com protetores laterais sólidos. O gluconato de clorexidina foi o enxaguatório bucal mais frequentemente indicado antes do atendimento clínico odontológico. O percentual de concordância para prestar atendimento clínico a pacientes com suspeita de COVID-19 variou de 23,5% a 50,0%. O percentual de entrevistados que concordaram que procedimentos geradores de bioaerossóis deveriam ser evitados foi superior a 74,5%. Menos de 50% sabiam a sequência correta de retirada dos EPI. Conclusão: Este estudo revelou lacunas importantes no conhecimento e nas atitudes em relação às medidas de prevenção e controle de infecção em ambientes odontológicos no contexto da COVID-19, indicando a necessidade de melhorias.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/pboci.2022.007
dc.identifier.issn1983-4632
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58529
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPesquisa Brasileira em Odontopediatria e Clínica Integrada
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectEducação em odontologia
dc.subjectControle de infecções dentárias
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherDental education
dc.subject.otherDental infection control
dc.titleStaff knowledge and attitudes towards COVID-19 new biosafety practices at a brazilian dental school
dc.title.alternativeConhecimento e atitudes dos funcionários em relação às novas práticas de biossegurança da COVID-19 em uma faculdade de odontologia brasileira
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume22
local.description.resumoObjective: To evaluate knowledge and attitudes towards biosafety recommendations during the COVID-19 pandemic at a Brazilian dental school. Material and Methods: A cross-sectional study was performed in 2020 with the clinical staff of a Brazilian dental school. The whole clinical staff was sent pre-tested selfadministered online questionnaires about knowledge and attitudes towards the recommendations for biosafety in dental settings in the context of the COVID-19 pandemic. Descriptive statistical analyses were carried out for proportion calculation. Results: Disposable head covering caps, isolation gowns, and gloves were the most frequently reported personal protective equipment (PPE). The rates ranged from 52.9% to 88.5% for N95 respirators, from 68.6% to 92.6% for face shields, from 47.4% to 67.5% for conventional eye protection shields, and 45.1% to 77.4% for eye protection with solid side shields. Chlorhexidine gluconate was the most frequent mouthwash indicated before clinical dental care. The percentage of agreement to provide clinical care to patients with suspected COVID-19 varied from 23.5% to 50.0%. The percentage of respondents who agreed that bioaerosol-generating procedures should be avoided was higher than 74.5%. Less than 50% knew the correct sequence for doffing of PPE. Conclusion: This study revealed important gaps in knowledge and attitudes towards prevention and control measures against infection in dental environments in the context of COVID-19, indicating the need for improvements.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-6975-3770
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-8911-0040
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-5803-7568
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-6706-0866
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-9479-4993
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-5211-411X
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-8770-8009
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-8794-5725
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/pboci/a/HvWq6LDxJkbFGsGRMj7dryf/?lang=en#

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