Epidemiologia da tristeza parasitária bovina em diferentes categorias de bovinos de corte em confinamento e avaliação da transmissão vertical
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Camila de Valgas e Bastos Castro
Rodrigo Melo Meneses
Gustavo Henrique Ferreira Abreu Moreira
Rodrigo Melo Meneses
Gustavo Henrique Ferreira Abreu Moreira
Resumo
A Tristeza Parasitária Bovina (TPB) é uma doença endêmica no Brasil que causa prejuízos econômicos e redução do bem-estar em bovinos de corte. Conhecer a dinâmica da TPB, bem como abordar sua transmissão vertical é fundamental para entender a epidemiologia da doença. Objetivou-se com este trabalho avaliar a frequência da TPB em diferentes categorias de bovinos corte em um sistema de confinamento em Minas Gerais, bem como avaliar a transmissão vertical da doença em bezerros recém-nascidos. Para determinar a frequência de Anaplasma marginale, Babesia bovis e B. bigemina foram avaliados 665 animais divididos em cinco categorias: animais de Chegada (CH), novilhas do Diagnóstico de Gestação (DG), bezerros Recém-Nascidos (RN), bezerros Demamados (BD) e animais da Terminação (TR). A avaliação em todas as categorias foram realizadas através de esfregaço sanguíneo, hematócrito e Imunofluorescência Indireta (RIFI). Ademais, em amostras do grupo RN foram realiados nPCR e análise da transferência de imunidade passiva. Foram encontrados, ao esfregaço sanguíneo, A. marginale em todas as categorias e Babesia sp. em nenhuma das amostras. Apenas a categoria RN apresentou significativo valor de hematócrito abaixo do normal (20,1%). A RIFI indicou área de estabilidade enzóotica para os três agentes na categoria animais de chegada e nas novilhas durante o diagnóstico de gestação. O grupo terminação só não possui estabilidade para B. bigemina, e os animais da desmama foram instáveis para todos os agentes. Em mais de 90% dos bezerros recém-nascidos a transmissão de imunidade passiva foi boa a excelente ( PT >5,8 g/dL). Na avaliação molecular desse mesmo grupo, observou-se a taxa de transmissão vertical de A. marginale de 41,3%, B. bigemina 0,8% e nenhuma transmissão vertical para B. bovis.
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Anaplasmose, Bovino, Babesiose em bovino