Pneumatologia e diálogo inter-religioso: as tentativas de Amos Yong e George Khodr

dc.creatorFabrício Veliq Barbosa
dc.date.accessioned2024-11-01T20:35:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:10:58Z
dc.date.available2024-11-01T20:35:14Z
dc.date.issued2017
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2175-9685
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77790
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Teologia e Ciências da Religião
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectReligião
dc.subjectEspírito
dc.subjectCristianismo
dc.subject.otherpneumatologia
dc.subject.otherdiálogo inter-religioso
dc.subject.otherGeorges Khodr
dc.subject.otherAmos Yong
dc.titlePneumatologia e diálogo inter-religioso: as tentativas de Amos Yong e George Khodr
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage359
local.citation.issue6
local.citation.spage353
local.description.resumoA pluralidade religiosa é uma realidade desde os primórdios da sociedade. O povo de Israel, desde o início de sua existência, se viu cercado por outras religiões e teve que conviver com elas. O Cristianismo também, desde suas origens no primeiro século, teve a necessidade de conviver e responder às questões propostas por outros grupos que não tinha Cristo como Senhor. Nesse sentido, a pluralidade religiosa não se mostra como algo novo. Contudo, nem sempre a pluralidade religiosa foi vista como benéfica, e o próprio Cristianismo durante muito tempo teve uma postura de recusa em ouvir o que as outras religiões tinham a dizer, considerando-se a única voz digna de falar a respeito dos mistérios de Deus. Com o advento da modernidade, a hegemonia do Cristianismo deixa de existir e os discursos de explicação do mundo, do humano e da sociedade propostos por outras religiões também passam a ser considerados como verdadeiros e dignos de existência. No cenário atual, o diálogo interreligioso de coloca como tarefa imprescindível para o Cristianismo, caso esse queira continuar como uma voz que faça sentido dentro de uma sociedade plural. Diversas foram as tentativas, no âmbito teológico cristão de dialogar com as outras religiões. De início, essas tentativas foram feitas pelo viés cristológico. Essas, porém, dividindo-se em exclusivistas, inclusivistas e pluralistas não conseguiram, segundo Amos Yong, dar respostas satisfatórias à questão do diálogo interreligioso. Mediante isso, ocorre uma guinada para a tentativa do diálogo interreligioso pela via da pneumatologia. O intuito dessa comunicação é mostrar, brevemente, duas tentativas de diálogo interreligioso por essa via, a saber, a tentativa de George Khodr, teólogo Ortodoxo, e a tentativa de Amos Yong, teólogo Pentecostal. Tentaremos expor as linhas gerais do pensamento desses dois teólogos sobre a temática a fim de mostrar os avanços e possíveis limitações existentes em suas propostas de diálogo interreligioso.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.anptecre.org.br/downloads

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