Participación y formación de mujeres más allá de la escuela: experiencias, apropiación y nuevas Identidades

dc.creatorMarcelo Edgardo Reinoso Faundez
dc.date.accessioned2019-08-10T04:55:45Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:53Z
dc.date.available2019-08-10T04:55:45Z
dc.date.issued2011-08-22
dc.description.abstractEsta investigação se propõe a compreender como as mulheres que atuam na Educação Infantil Não Formal vão se constituindo em educadoras, a partir das categorias de participação e formação, e como esta experiência de constituir-se em pode dar forma à construção de novas identidades individuais e coletivas. Para isso, se investigou a experiência de dois grupos de mulheres que formam parte do Programa de Melhoramento de Atenção à Infância (PMI) na Região da Araucanía, Chile, tomando como foco principal de análise a experiência de quatro educadoras que lideram estes grupos. Com base em um referencial teórico que articula a relação entre atores e sistema (TOURAINE, 1993; DUBET, 1994; MELUCCI, 1999, 2001), a investigação procurou identificar um sistema social de ação que permita localizar os atores deste campo educativo e entender como estas mulheres dão sentido às suas ações, a partir da cotidianeidad. Esta investigação, de caráter qualitativo e de cunho etnográfico, utilizou, para a coleta dos dados, a observação participante, o caderno do campo e as entrevistas individuais e coletivas. A análise dos dados revelou que a construção da identidade destas mulheres como educadoras se produz numa permanente tensão entre lógicas de ação heterogêneas e de uma vontade destas mulheres de serem educadoras, o que dá, a esta experiência, um alto sentido de realização. Por sua vez, suas identidades sociais vêm sendo reelaboradas a partir de uma paulatina perda de autonomia grupal dentro de um processo de institucionalização, construindo novas relações de conflito. A investigação pretende aportar uma reflexão ampla que contribua para o desenvolvimento da educação infantil como um campo teórico, onde experiências como as do PMI podem enriquecer este campo, ainda em construção
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8MAHJU
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectProfessores Formação
dc.subjectMulheres na educação
dc.subjectEducação de crianças
dc.subject.otherAcciones colectivas
dc.subject.otherParticipación
dc.subject.otherFormación
dc.subject.otherExperiencias sociales
dc.subject.otherNuevas identidades
dc.titleParticipación y formación de mujeres más allá de la escuela: experiencias, apropiación y nuevas Identidades
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ines Assuncao de Castro Teixeira
local.contributor.advisor1Lucia Helena Alvarez Leite
local.contributor.referee1Shirley Aparecida de Miranda
local.contributor.referee1Isabel de Oliveira e Silva
local.contributor.referee1Ines Assuncao de Castro Teixeira
local.description.resumoEsta investigación se propone comprender como las mujeres que actúan en la Educación Infantil No Formal se están constituyendo en educadoras, a partir de las categorías de participación y formación y como esa experiencia de constituirse en pudiera dar forma a la construcción de nuevas identidades individuales y colectivas. Para ello se investigó la experiencia de dos grupos de mujeres que forman parte del Programa de Mejoramiento de Atención a la Infancia (PMI) en la Región de la Araucanía, Chile, tomando como foco principal de análisis la experiencia de cuatro educadoras que lideran esos grupos. Con base en un referencial teórico que articula la relación entre actrices y sistema (TOURAINE, 1993; DUBET, 1994; MELUCCI, 1999, 2001), la investigación procuró identificar un sistema social de acción que permita localizar a los actores de este campo educativo y entender como las actrices dan sentido a sus acciones a partir de la cotidianeidad. Esta investigación, de carácter cualitativo y de cuño etnográfico, utilizó para la recolección de los datos la observación participante, el cuaderno de campo y entrevistas individuales y colectivas. El análisis de los datos reveló que la construcción de identidad de estas mujeres como educadoras se produce en una permanente tensión entre lógicas de acción heterogéneas y de una voluntad de estas mujeres por ser educadoras, lo que da, a esta experiencia, un alto sentido de realización. A su vez, sus identidades sociales se vienen reelaborando a partir de una paulatina pérdida de autonomía grupal dentro de un proceso de institucionalización, que aporta nuevas relaciones de conflicto. La investigación pretende aportar una reflexión amplia que contribuya al desarrollo de la educación infantil como un campo teórico, donde experiencias como las del PMI puedan enriquecer este campo, aún en construcción
local.publisher.initialsUFMG

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