Estratégias educativas com foco nos métodos contraceptivos voltadas para puérperas adolescentes

dc.creatorIzabel Cristhina Jucá Bastos Cavalcante Mota
dc.date.accessioned2020-06-30T03:33:04Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:50:00Z
dc.date.available2020-06-30T03:33:04Z
dc.date.issued2015-11-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33710
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnticoncepção
dc.subjectAdolescente
dc.subjectEducação em Saúde
dc.subjectEnfermagem
dc.subject.otherAnticoncepção
dc.subject.otherAdolescente
dc.subject.otherEnfermagem
dc.titleEstratégias educativas com foco nos métodos contraceptivos voltadas para puérperas adolescentes
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Adman Câmara Soares Lima
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6961622512764191
local.description.resumoObjetivou-se desenvolver atividades de educação em saúde com puérperas adolescentes com ênfase nos métodos contraceptivos. Trata-se de um projeto de intervenção, realizado em um hospital de Fortaleza-CE, com 8 puérperas do serviço de acolhimento materno. As adolescentes do alojamento conjunto e acolhimento foram convidadas a participar do encontro. As atividades aconteceram em um único momento e foram divididas em três etapas: dinâmica do semáforo, com perguntas formuladas a partir de um levantamento bibliográfico; orientação dos métodos anticoncepcionais e distribuição de folder informativo, elaborado segundo a literatura. As adolescentes do alojamento conjunto não compareceram. No desenvolvimento das etapas, observou-se que as puérperas possuíam alguma dúvida ou conceito errôneo sobre o uso de algum método. O preservativo masculino, o anticoncepcional oral, os injetáveis, a pílula do dia seguinte eram os métodos mais conhecidos. Elas não conheciam o preservativo feminino e o diafragma e apenas uma participante relatou conhecer o DIU. Não houve dificuldade em compreender a dinâmica e existiu bastante envolvimento e interação entre o grupo durante a exposição e explicação dos métodos. As adolescentes expuseram as suas dificuldades quanto a colocação dos preservativos e não souberam diferenciar o anticoncepcional oral combinado da minipílula, tão pouco do injetável mensal e trimestral. Foi possível perceber as dificuldades e as dúvidas das adolescentes com relação aos anticoncepcionais. Contudo, os resultados esperados não foram totalmente alcançados, pois o impacto na saúde requer tempo. O ponto forte da realização do projeto foi a formação de um grupo pequeno que favoreceu a comunicação e o diálogo. Alguns pontos precisam ser reavaliados, como: a necessidade de priorizar um local onde as adolescentes se sintam mais seguras e com maior liberdade para tratar de assuntos ligados à sexualidade; o horário, de modo que possa atender a toda a clientela e a aplicação um pré-teste que identifique as deficiências das adolescentes e um pós-teste para avaliar se a estratégia desenvolvida teve eficácia.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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