Diagnóstico e manejo da ascite secundária à cirrose em pediatria

dc.creatorAlexandre Rodrigues Ferreira
dc.creatorBárbara Fonseca Gazzinelli
dc.creatorJosé Ricardo Borém Lopes
dc.creatorThais Costa Nascentes Queiroz
dc.creatorEleonora Druve Tavares Fagundes
dc.creatorRegiane Urbano
dc.creatorAna Paula Pereira de Oliveira
dc.creatorFlávia Pípolo
dc.date.accessioned2024-06-26T19:51:45Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:17:30Z
dc.date.available2024-06-26T19:51:45Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThe most important cause of ascites in pediatric population is cirrhosis with portal hypertension. The presence of ascites is one of the evidences of advanced stages of liver diseases and poorer prognosis. The first sign of ascitis can be inappropriate weight gain and increased abdominal girth. Although, it can be asymptomatic at the beginning. Ultrasound is a sensitive imaging technique for the detection of ascites and abdominal paracentesis is a way to confirm the presence of ascetic fluid and detect bacterial peritonitis. The treatment of ascites aims, primarily, patient comfort. Small amounts of ascitic fluid that do not produce symptoms may require little or no treatment. Tense ascites causing respiratory compromise, should be treated promptly, and may need therapeutic paracentesis. Furosemide and Spironolactone are the most common diuretics prescribed for ascitis management. Spontaneous bacterial peritonitis (SBP) is a complication of ascites that commonly occurs in cirrotic patients with portal hypertention. It can be favored by small intestine bacterial overgrowth, damaged enteric motility and permeability. It is important to SBP be quickly diagnosed by paracentesis or culture, so antibiotic treatment can be promptly initiated. It presents with heterogeneous clinical features. Thus, it is recommended that diagnostic paracentesis be performed when ascites first appears, at the time of a hospitalization, or when there is clinical deterioration, unexplained fever, abdominal pain, encephalopathy, gastrointestinal bleeding, acute renal failure.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.5935/2238-3182.20160058
dc.identifier.issn2238-3182
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/69443
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Médica de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAscite
dc.subjectCriança
dc.subjectHipertensão Portal
dc.subjectCirrose Hepática
dc.subjectPeritonite
dc.titleDiagnóstico e manejo da ascite secundária à cirrose em pediatria
dc.title.alternativeDiagnosis and management of ascites secondary to cirrhosis in pediatrics
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage59
local.citation.issueSupl6
local.citation.spage52
local.citation.volume26
local.description.resumoA causa mais comum de ascite em crianças é a cirrose hepática com hipertensão porta (HP). A ascite é um dos sinais que evidenciam a existência da hepatopatia em estágios mais avançados e pior prognóstico a longo prazo. A primeira indicação de existência de ascite pode ser o ganho inapropriado de peso e aumento na circunferência abdominal. Pode, inicialmente, ser assintomática. A ultrassonografia abdominal é um método muito sensível para o seu diagnóstico e a paracentese é uma forma eficiente de confirmar o diagnóstico e documentar a infecção. O tratamento da ascite visa primariamente ao conforto do paciente. Na ascite leve pode necessitar de pouco ou nenhum tratamento, enquanto a ascite tensa, causando desconforto respiratório, pode precisar de paracentese de alívio. A furosemida e a espironolactona são os diuréticos mais utilizados no manejo da ascite. Peritonite bacteriana espontánea (PBE) é um processo que acontece em muitos cirróticos com HP e ascite, favorecido pelo supercrescimento bacteriano e motilidade e permeabilidade intestinais anormais desses pacientes. É importante que o diagnóstico seja feito rápido para que o início do tratamento seja precoce. A apresentação clínica é heterogênea. Por isso, é indicada a realização de paracentese diagnóstica para excluir PBE em todos os pacientes cirróticos com ascite, admitidos para internação hospitalar ou sempre que houver piora clínica, sintomas sugestivos ou complicações como hemorragia digestiva, encefalopatia hepática e lesão renal aguda.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE PEDIATRIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rmmg.org/artigo/detalhes/1989

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Diagnóstico e manejo da ascite secundária à cirrose em pediatria.pdf
Tamanho:
600.15 KB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
License.txt
Tamanho:
1.99 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: