Anticiclones e umidade relativa do ar: um estudo sobre o clima de Belo Horizonte

dc.creatorRafael Rodrigues da Franca
dc.date.accessioned2019-08-12T19:26:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:41:42Z
dc.date.available2019-08-12T19:26:27Z
dc.date.issued2009-06-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7VQH45
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectClimatologia
dc.subjectBelo Horizonte (MG) Clima
dc.subjectAnticiclones
dc.subject.othergeografia
dc.titleAnticiclones e umidade relativa do ar: um estudo sobre o clima de Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Magda Luzimar de Abreu
local.contributor.referee1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.referee1Fulvio Cupolillo
local.description.resumoEste trabalho apresenta um estudo climatológico sobre o comportamento da umidade relativa do ar, pressão atmosférica, precipitação e temperatura em Belo Horizonte, para o período 1986-2005. Foram calculadas médias c1imatológicas, anuais, sazonais e mensais e aplicados testes de correlação para identificar relações entre as variáveis. Análises de variabilidade interanual, acompanhadas por testes de regressão linear, indicaram tendências no comportamento das variáveis ao longo do período. Os valores de pressão permitem observar a atuação de 'anticiclones (sistemas de alta pressão atmosférica) sobre a região. Em geral esses sistemas se caracterizam por apresentar forte subsidência atmosférica, condição pouco favorável a ocorrência de chuva e que reduz a umidade relativa do ar. A cidade de Belo Horizonte, a exemplo de quase toda a faixa oriental do país, está sujeita aos efeitos da atuação do Anticiclone ou Alta Subtropical do Atlântico Sul - ASAS. Esse sistema sem i-permanente tem seu centro localizado sobre o oceano entre a América do Sul e o continente africano e atua com mais intensidade e persistência sobre o Brasil durante o inverno/estação seca. Além do ASAS, o Centro-Sul brasileiro é periodicamente invadido por·· Anticiclones Polares Migratórios (APM). Esses últimos geralmente determinam queda de temperatura e umidade por onde passam, exceto quando apresentam trajetória oceânica e mantêm a umidade em patamares normais. O trabalho documenta, por meio de Análises Rítmicas (MONTEIRO, 1969, 1971), a atuação dos dois sistemas em Belo Horizonte em eventos recentes. Por fim, determinou-se a duração c1imatológica (em dias) da maior estiagem do ano, seu comportamento i nteranua I e sua relação com as demais variáveis estudadas. Os resultados mostram que em Belo Horizonte há uma forte correlação inversa (r=-0,6) entre umidade relativa e pressão e que, no período analisado, enquanto a primeira reduziu a segunda aumentou. Essas tendências foram ainda mais nítidas considerando apenas Q inverno. A duração da maior estiagem anual, por sua vez, mostrou forte correlação direta com a pressão no inverno (r=+O,4) e inversa com a precipitação (r=-O,6) e a umidade (r=-0,6) nessa estação. Os dados aqui utilizados provêm da estação convencional e uma automática do 5° Distrito de Meteorologia do Instituto Nacional de Meteorologia.
local.publisher.initialsUFMG

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