Escolarizar o campesinato ou campesinar a escola?: uma experiência escola em alternância no norte do Espírito Santo

dc.creatorCamila Zucon Ramos de Siqueira
dc.date.accessioned2019-08-14T17:18:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:46Z
dc.date.available2019-08-14T17:18:05Z
dc.date.issued2014-05-12
dc.description.abstractThe thesis discusses the relationship between study and peasant work in the Family Center in Alternation Training. The school is located territorially in the north of the state of Espírito Santo, territory with strong work presence and peasant movement. A qualitative research that used interviews, talk wheels, documentary analysis and cartographic organization. In the theoretical referential we discuss Rural Education, its phases and historical affiliations, Popular Education as a resistance, and Field Education as the contradictory synthesis of Rural Education with Popular Education; the Peasantry as a social class, the Agribusiness as an agent of capital, and Agroecology as peasant resistance; the Pedagogy of Alternation and the relation work and education appear as constituent elements of the formation of this center of formation. The school, besides the technical training for the work in the field and literacy, presents itself as a territorial center of alternating formation, constituted together with the territoriality of the rural schools that favors the creation and recreation of peasant territoriality in the north of Espirito Santo. We conclude that the tools of alternation enable a family-school relationship, which allows the dynamics of family work to appear in school. We observe a long route for the construction of rural schools, proposals that break with the logic of the land only as a commodity and demonstrate the countryside as a place of life and cultural diversity.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B23MP6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação para o trabalho
dc.subjectEcologia agrícola
dc.subjectCamponeses
dc.subjectEducação
dc.subjectLetramento
dc.subjectMovimentos sociais rurais
dc.subjectEducação popular
dc.subjectEducação rural
dc.subjectTrabalhadores rurais Educação
dc.subjectFamílias rurais
dc.subjectAgroindústria
dc.subjectEscolas rurais
dc.subject.otherEscola família agrícola
dc.subject.otherPedagogia da alternância
dc.subject.otherTrabalho e educação
dc.subject.otherEducação do campo
dc.titleEscolarizar o campesinato ou campesinar a escola?: uma experiência escola em alternância no norte do Espírito Santo
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria de Fatima Almeida Martins
local.description.resumoA tese discute a relação entre estudo e trabalho camponês no Centro Familiar em Formação em Alternância. Uma escola no Norte do estado do Espírito Santo, territorializada a partir da presença do trabalho e movimento camponês. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que utilizou entrevistas, rodas de conversa, analise documental e organização cartográfica. No referencial teórico, discutimos a Educação Rural, suas fases e afiliações históricas, a Educação Popular como uma resistência e a Educação do Campo como a síntese contraditória entre a Educação Rural e a Educação Popular; o Campesinato como classe social, o Agronegócio como agente do capital e a Agroecologia como resistência camponesa; a Pedagogia da Alternância e a vinculação trabalho e educação, que aparecem como elementos constituidores da formação desse centro de formação. A escola, para além da formação técnica para o trabalho no campo e o letramento, se apresenta como um centro territorial de formação em alternância, constituída juntamente com a territorialização das escolas do campo, e que favorece a criação e recriação da territorialidade camponesa no Norte do Espírito Santo. Concluímos que os instrumentos da alternância possibilitam uma relação família-escola, a qual permite que a dinâmica do trabalho familiar apareça na escola. Observamos um longo trajeto para a construção das escolas do campo; propostas que rompem com a lógica da terra apenas como mercadoria, e demonstram o campo como lugar de vida e de diversidade cultural.
local.publisher.initialsUFMG

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