Current strategies for the detection of minimal residual disease in childhood acute lymphoblastic leukemia
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Estratégias atuais para a detecção de doença residual mínima na leucemia linfoblástica aguda infantil
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Acute lymphoblastic leukemia (ALL) is the most common cancer in children. Current treatment strategies for childhood ALL result in long term remission for approximately 90% of patients. However, therapeutic response is worse among those who relapse. Several risk stratification approaches based on clinical and biological aspects have been proposed in order to intensify treatment in patients with high risk of relapse and reduce toxicity on those with greater probability of cure.
The detection of residual leukemic cells (minimal residual disease, MRD) is the most important prognostic factor to identify high risk patients, allowing redefinition of chemotherapy. In the last decades, several standardized research protocols evaluated MRD using immunophenotyping by flow cytometry and/or real time quantitative polymerase chain reaction at different time points during treatment. Both methods are highly sensitive (10-3 a 10-5), but expensive, complex, and, because of that, require qualified staff and frequently are restricted to reference centers.
The aim of this article was to review technical aspects of immunophenotyping by flow cytometry and real time quantitative polymerase chain reaction to evaluate MRD in ALL.
Abstract
A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é o câncer mais comum em crianças. As estratégias atuais de tratamento para LLA infantil resultam em remissão a longo prazo para aproximadamente 90% dos pacientes. No entanto, a resposta terapêutica é pior entre aqueles que recaem. Diversas abordagens de estratificação de risco baseadas em aspectos clínicos e biológicos têm sido propostas a fim de intensificar o tratamento em pacientes com alto risco de recaída e reduzir a toxicidade naqueles com maior probabilidade de cura.
A detecção de células leucêmicas residuais (doença residual mínima, DRM) é o fator prognóstico mais importante para identificar pacientes de alto risco, permitindo a redefinição da quimioterapia. Nas últimas décadas, vários protocolos de pesquisa padronizados avaliaram a DRM usando imunofenotipagem por citometria de fluxo e/ou reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real em diferentes momentos durante o tratamento. Ambos os métodos são altamente sensíveis (10-3 a 10-5), porém caros, complexos e, por isso, exigem pessoal qualificado e muitas vezes ficam restritos a centros de referência.
O objetivo deste artigo foi revisar aspectos técnicos da imunofenotipagem por citometria de fluxo e reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real para avaliar DRM na LLA.
Assunto
Neoplasia residual, Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras, Citometria de fluxo, Reação em cadeia da polimerase, Rearranjo gênico do linfócito T
Palavras-chave
Minimal residual disease, Acute lymphoblastic leukemia, Flow cytometry, PCR, Gene rearrangements of Ig/TCR
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https://www.mjhid.org/index.php/mjhid/article/view/2016.024