Paisagem-Página

dc.creatorLucas Dupin Melo
dc.date.accessioned2019-08-13T19:37:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:49Z
dc.date.available2019-08-13T19:37:56Z
dc.date.issued2012-09-27
dc.description.abstractCette dissertation vise à étudier l'ambiguïté qui entoure l'expérience artistique en prenant comme point de départ l'analogie présents dans le titre Paysage-page. Nous utilisons la notion de paysage comme un espace métaphorique de l'écriture et de la lecture, pour finalement envisager ce qui pourrait être considéré comme l'oscillation sans fin de ses deux versions: soit le regard de ce que nous considérons comme la réalité, parfois le mirage c'est ce vaciller nous voyons que par le regard, nous ouvrir à la puissance de l'imagination. Nous élu, surtout, les formulations de Maurice Blanchot dans le texte Les deux versions de l'imaginaire" dans ce livre L'espace littéraire (1955) et Georges Didi-Huberman sur le livre Ce que nous voyons ce qui nous regarde(1992), a fin de construire tels approche.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/JSSS-9B8FGE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArte Filosofia
dc.subjectAmbiguidade
dc.subjectPercepção
dc.subjectImagem (Filosofia)
dc.subjectLivros
dc.subjectObjeto (Estetica)
dc.subjectImaginário
dc.subject.otherPaisagem
dc.subject.otherAmbiguidade
dc.subject.otherLivro
dc.subject.otherImagem
dc.subject.otherImaginário
dc.titlePaisagem-Página
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Daisy Leite Turrer
local.contributor.referee1Paulo Fonseca Andrade
local.contributor.referee1Stephane Denis Albert Rene Huchet
local.description.resumoEsta dissertação pretende investigar a ambiguidade que envolve a experiência artística tomando como ponto de partida a analogia presente no título Paisagem-página. Empregamos a noção de paisagem como espaço metafórico de escrita e de leitura para considerar, por fim, o que poderia ser visto como a interminável oscilação de suas duas versões: ora a mirada do que vemos como realidade manifesta, ora a miragem que faz vacilar o que vemos pelo que nos olha, abrindo-nos à potência do imaginário. Elegemos, sobretudo, as formulações de Maurice Blanchot no texto As duas versões do imaginário presente no livro O espaço literário(1955) e, Georges Didi-Huberman no livro O que vemos, o que nos olha (1992), para construir tal abordagem.
local.publisher.initialsUFMG

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dissertacao_lucas_dupin_completa_comficha_22_07_2013.pdf
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