“Já não existe ágora”. Sobre a crítica situacionista à expropriação da comunicação como crítica de arquitetura

dc.creatorRita de Cássia Lucena Velloso
dc.date.accessioned2023-11-22T22:06:14Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:25:46Z
dc.date.available2023-11-22T22:06:14Z
dc.date.issued2022-07-14
dc.description.abstractBased on Debord’s Commentaries on the Society of the Spectacle (1988) and Constant’s artistics production (1960-1985), I analyze moments in the trajectories, in which it is shown that the critique of the experience of expropriated communication cannot be made without a continued critique of the urban experience. In the integrated spectacular, separation is a condition for sustaining social configurations. In the arrangement of the society of the spectacle, the one who listens never replies, which is equivalent to a passive behavior in contemplation. This impoverishment of communication corresponds to the impoverishment of life under the spectacle’s domination; nevertheless, to the communication that takes place in the radical praxis of dialogue lies the possibility of resistance to the spectacular power.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.11606/1984-4506.risco.2022.190991
dc.identifier.issn1984-4506
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/61291
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRisco Revista De Pesquisa Em Arquitetura E Urbanismo
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia
dc.subjectPlanejamento urbano
dc.subjectApropriação (Arte)
dc.subjectInsurrreição
dc.subject.otherApropriacão
dc.subject.otherArquiteturas da insurreição
dc.subject.otherTeoria do urbanismo
dc.subject.otherEspetáculo
dc.subject.otherGuy Debord
dc.subject.otherConstant Nieuwenhuys
dc.title“Já não existe ágora”. Sobre a crítica situacionista à expropriação da comunicação como crítica de arquitetura
dc.title.alternative“Ya no más ágora” Sobre la crítica situacionista de la expropiación de la comunicación como crítica arquitectónica
dc.title.alternative“There is no more ágora” On the situacionist critique of the expropriation of communication as an architectural critique
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage61
local.citation.issue2022
local.citation.spage37
local.citation.volume20
local.description.resumoA partir dos Comentários à Sociedade do Espetáculo (1988) de Debord e na produção artística de Constant (1960-1985), analiso momentos de suas trajetórias, nas quais se demonstra que a crítica da experiência da comunicação expropriada não pode se fazer sem uma continuada crítica da experiência urbana. No espetacular integrado a separação é condição de sustentação das configurações sociais. No arranjo da sociedade do espetáculo quem ouve jamais replica, o que equivale a ter como padrão um comportamento de passividade na contemplação. Esse empobrecimento da comunicação corresponde ao empobrecimento da vida sob a dominação do espetáculo; não obstante, à comunicação que se realiza na práxis radical do diálogo cabe a possibilidade de resistência ao poder espetacular.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0794-0826
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - DEPARTAMENTO DE ANÁLISE CRÍTICA E HISTÓRICA DA ARQUITETURA E DO URBANISMO
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.departmentFAFICH - FACULDADE DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistas.usp.br/risco/article/view/190991

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