Tensões e desafios na construção de espaços e encontros entre feministas jovens autonomistas no contexto brasileiro e latinoamericano (2011-2014)

dc.creatorLaura França Martello
dc.date.accessioned2023-02-22T14:15:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:24Z
dc.date.available2023-02-22T14:15:25Z
dc.date.issued2015-02-11
dc.description.abstractThe practices and proposals of young feminisms are diverse and have gained more expression in the feminist field. Through fieldwork and interviews with participants, the research mapped young feminist practices, focusing autonomist feminist gatherings and festivals that happened in Brasil, including a Latin Americanencounter, from 2011 to 2014. Situating these expressions in its continuities and ruptures with other feminist activisms through the movement's historical trajectory, and reviewing the debates and conflicts that have taken place in Latin-American gatherings in the last decades political context, we analyzed how the young autonomist feminist seek social transformation through the formation of resistance communities and cultures which offer the support to enable the living relations shaped by feminist principles in the present within quotidian bases. These activisms are characterized by the creation of methodologies and pedagogies for the formation of self-consciousness and self-determination through the sharing of subjective experiences, interpretative framings for the reality, techniques of self-defense and other bodily micropolitics. The analyses of the field focused on organizational practices of the movements, presenting and reflecting critically, along with the discourses of the research collaborators on proposals of: autonomy, self-management and do-it-yourself, the creation of spaces for women, lesbians and trans, the creation of mutual care and support, and the search for horizontality. The research also analyzed conflicts over power relations and the forms of fighting oppression within feminists, specially ageism and adultocentrism, lesbophobia, transphobia, racism, and specism.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50271
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência política - Teses
dc.subjectFeminismo - Teses
dc.subjectMovimentos sociais - Teses
dc.subjectAutonomia - Teses
dc.subject.otherFeminismos
dc.subject.otherJuventude
dc.subject.otherAutonomia
dc.subject.otherMovimentos sociais
dc.subject.otherAmérica Latina
dc.titleTensões e desafios na construção de espaços e encontros entre feministas jovens autonomistas no contexto brasileiro e latinoamericano (2011-2014)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marlise Miriam de Almeida Matos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1974404093620849
local.contributor.referee1Ana Carolina Freitas Lima Ogando
local.contributor.referee1Sonia E. Alvarez
local.contributor.referee1Tatiana Nascimento dos Santos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6822208384041558
local.description.resumoAs práticas e propostas dos feminismos jovens são diversas e têm ganhado cada vez mais expressão no campo feminista. A pesquisa realizou, através de pesquisa de campo e entrevistas com participantes, um mapeamento de práticas dos feminismos jovens, enfocando encontros e festivais feministas autonomistas brasileiros e latinoamericanos que ocorreram entre 2011 e 2014. Situando essas expressões em suas continuidades e rupturas com outras atuações feministas ao longo da trajetória histórica do movimento, e retomando os debates e conflitos que ocorreram nos encontros latinoamericanos no contexto político das últimas décadas, analisamos como os feminismos jovens autonomistas buscam transformação social através da formação de culturas e comunidades de resistência que forneçam o apoio para possibilitar a vivência, no presente e no cotidiano, de relações que se pautem por princípios feministas. São características desses ativismos a criação de metodologias e pedagogias para a construção da autoconsciência e autodeterminação através do compartilhamento de experiências subjetivas, de visões interpretativas sobre a realidade e de técnicas de autodefesa e outras tecnologias micropolíticas corporais. As análises do campo se concentraram nas práticas organizativas do movimento, apresentando e refletindo criticamente, a partir das falas das colaboradoras da pesquisa, sobre as propostas de autonomia, autogestão e faça-você-mesma, a construção de espaços específicos entre mulheres, lésbicas e trans, a criação de redes de cuidada e apoia mútua, e a busca pela horizontalidade. Analisou-se também os conflitos em torno das relações de poder e as propostas de combate a opressões entre feministas, em especial o etarismo e adultocentrismo, lesbofobia. transfobia, racismo e especismo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA POLÍTICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Política

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