Empoderamento e fecundidade: uma análise regional e por coorte das mulheres equatorianas em 2004

dc.creatorPilar Carolina Posso Ruiz
dc.date.accessioned2019-08-10T00:49:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:51:38Z
dc.date.available2019-08-10T00:49:10Z
dc.date.issued2010-03-10
dc.description.abstractSince the seventies Ecuador has experimented a decline in fertility that has decelerated last years. Women without education have the highest levels of fertility while women that belong to fifth economic quintil show the lowest levels of fertility.In the last decades, there was important progress in terms of gender equity in Ecuador. Important legal framework that benefit the exercise of the politic, economic, sexual and reproductive rights laws, were promulgated, however gender inequities persist in Ecuadorian society.Various authors state that demographic processes can be better understood if it includes gender relationships analysis. This research shows the association between the empowerment dimensions and fertility in Ecuador, in 2004. Two cohorts of women in reproductive age were established. For each cohort and for each countrys province, a relation between fertility levels and the representative variables of the each empowerment dimensions were analyzed. The method used was Correspondence Analysis. The access of knowledge, measured using education, and the womens economic resources control are the empowerment dimensions that have the higher frequencies in the association with the fertility levels in the provincies. A life free of violence is the dimension that show the lower number of associations with fertility in the Ecuador provincies. This results are presented for each cohort.The source of data was the Encuesta Demográfica de Salud Materna e Infantil, ENDEMAIN of 2004.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-8AMNZD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMulheres Condições sociais Equador
dc.subjectDemografia
dc.subjectFecundidade humana Equador
dc.subject.othereducação
dc.subject.otherfecundidade
dc.subject.otherempoderamento
dc.subject.otherdecisão
dc.subject.othertrabalho
dc.subject.otherviolência
dc.titleEmpoderamento e fecundidade: uma análise regional e por coorte das mulheres equatorianas em 2004
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Alisson Flavio Barbieri
local.contributor.advisor1Paula de Miranda Ribeiro
local.contributor.referee1Laura Lidia Rodriguez de Espinoza
local.contributor.referee1Maria do Carmo Fonseca
local.description.resumoA partir dos anos setenta o Equador experimentou uma queda da fecundidade que nos últimos anos tem desacelerado. As mulheres sem escolaridade apresentam os maiores níveis de fecundidade enquanto que mulheres que pertencem ao quinto quintil econômico têm os menores níveis de fecundidade. Nas últimas décadas houve importantes avanços no Equador em matéria de equidade de gênero. Foram promulgados importantes marcos legais que favorecem o exercício dos direitos políticos, econômicos, à saúde sexual e reprodutiva, à educação, entre outros, porém as iniquidades de gênero persistem na sociedade equatoriana.Vários autores afirmam que os fenômenos demográficos podem ser mais bem compreendidos incluindo uma análise das relações de gênero. O estudo mostra a associação entre as dimensões do empoderamento e a fecundidade no Equador, em 2004. Para isto, definiu-se duas coortes de mulheres em idade reprodutiva, e para cada província e para cada coorte analisou-se a relação entre níveis de fecundidade e variáveis representativas das dimensões do empoderamento. A técnica usada foi a Análise de Correspondência.O acesso ao conhecimento, medido através da educação e o controle dos recursos econômicos por parte das mulheres, são as dimensões do empoderamento que apresentam maior freqüência de associação com os níveis de fecundidade, nas diferentes províncias. A vida livre de violência é a dimensão que apresenta menor freqüência de associações com a fecundidade nas diferentes províncias do Equador. Estes resultados são diferenciados pelas coortes definidas. A fonte de dados foi a Pesquisa Demográfica e de Saúde Materna e Infantil ENDEMAIN de 2004.
local.publisher.initialsUFMG

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