Avaliação experimental dos efeitos da fadiga térmica nas propriedades mecânicas de um aço inoxidável austenítico

dc.creatorAlvaro Alvarenga Junior
dc.date.accessioned2019-08-10T02:01:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:49:30Z
dc.date.available2019-08-10T02:01:19Z
dc.date.issued2006-08-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SBPS-7B4PP2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia mecânica
dc.subject.otherFadiga térmica
dc.subject.otherAço inoxidável austenítico
dc.subject.otherLimite de resistência à fadiga
dc.subject.otherCurva SNP
dc.titleAvaliação experimental dos efeitos da fadiga térmica nas propriedades mecânicas de um aço inoxidável austenítico
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Carlos Alberto Cimini Junior
local.contributor.referee1Ernani Sales Palma
local.contributor.referee1JOÃO MARIO ANDRADE PINTO
local.contributor.referee1JOSÉ EDUARDO DE ALMEIDA MANESCHY
local.contributor.referee1Tanius Rodrigues Mansur
local.description.resumoNeste trabalho, estudaram-se os efeitos da Fadiga Térmica sobre as propriedades mecânicas do aço inoxidável austenítico AISI 304. Corpos-de-prova foram confeccionados de forma a ser submetidos a testes mecânicos de tração e de fadiga mecânica após ciclagem térmica, sendo esta uma das inovações da pesquisa. Foi desenvolvida e construída uma máquina de ciclagem térmica voltada para o tipo de corpo-de-prova desenvolvido e para a reprodução específica de certas condições de trabalho existentes na tubulação do Sistema de Refrigeração do circuito primário de um Reator Nuclear tipo PWR. Conduziram-se ensaios de Fadiga Térmica por 2.000 ciclos nos corpos-de-prova. Cada ciclo envolveu a fase de aquecimento por efeito ôhmico até uma temperatura de 500°C na superfície do corpo-de-prova (8 segundos) e uma fase de resfriamento por convecção ao ar comprimido, até a temperatura de 250°C (16 segundos), completando um ciclo em 24 segundos. Antes dos ensaios, foram determinadas as propriedades mecânicas do material (dureza, micro-dureza, resistência à tração, tenacidade, curva de vida à fadiga e limite de resistência à fadiga) dos corpos-de-prova. Após os ensaios de fadiga, foram determinadas novamente as propriedades mecânicas e feitos ensaios destrutivos, entre eles microscopia ótica, metalografia e análises de fractografia. Para efeito comparativo, foram confeccionados corpos-de-prova soldados e submetidos aos mesmos testes dos corpos-de-prova não soldados. A Fadiga Térmica alterou significativamente as curvas S-N-P do material reduzindo o número de ciclos para falha sob um mesmo nível de tensão. Após a Fadiga Térmica e Fadiga Mecânica, o Limite de Resistência à Tração aumentou constatando-se um endurecimento cíclico, porém o Limite de Resistência à Fadiga e o Módulo de Tenacidade diminuíram com o dano térmico, sendo que os corpos-de-prova soldados apresentaram propriedades inferiores aos demais.
local.publisher.initialsUFMG

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