Metodologia de gestão de ativos para chave seccionadora 15 kV

dc.creatorThiago Ferreira Querino
dc.date.accessioned2019-08-14T15:27:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:30Z
dc.date.available2019-08-14T15:27:52Z
dc.date.issued2015-02-23
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9ZGFWP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTermografia
dc.subjectEngenharia mecânica
dc.subject.otherRisco Econômico
dc.subject.otherTermografia
dc.subject.otherGestão de Ativos
dc.subject.otherRisco Técnico
dc.subject.otherChave Seccionadora
dc.titleMetodologia de gestão de ativos para chave seccionadora 15 kV
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Roberto Marcio de Andrade
local.description.resumoFace ao ambiente de negócio do setor elétrico brasileiro, cada vez mais hostil à ineficiência operacional (causa de aumento de custos) e à gestão inadequada da qualidade e quantidade de informação fornecida, as concessionárias de energia elétrica sentem a necessidade de aperfeiçoar políticas de operação e manutenção, visando a redução de custos e maximização da disponibilidade e confiabilidade de seus equipamentos, princípios esses pregados pela Gestão de Ativos. Com a finalidade de implantar tais princípios, foi proposta, nesse trabalho, uma metodologia de gestão de ativos para o equipamento chave seccionadora, partindo do modo de falha aquecimento no contato, usando modelo matemático de aquecimento e vida útil do contato, a partir da medição de temperatura via inspeção termográfica, com parâmetros metrológicos associados, objetivando inferir o aumento da camada de óxido, além da determinação do risco técnico do ativo a partir do modo de falha supracitado associado ao risco de perda da função do equipamento. Foi caracterizada a influência do fenômeno de incremento de temperatura na formação da camada de óxido na superfície de contato, com aumento de temperatura na ordem de 30°C, tornando a degradação do componente mais severa, minimizando sua expectativa de vida útil e aumentando o risco de uma falha catastrófica. Tal fato leva a um risco econômico cujo valor de exposição financeira é negativo, em que postergar a intervenção é menos vantajoso que realizá-la, muito em função da importância do referido ativo em atividades de manobra e operação dentro do sistema elétrico de potência. A metodologia apresentada foi aplicada em 4 ativos da distribuidora, usando dados de inspeções termográficas, obtendo resultados de risco técnico, que comparados com outros critérios de criticidade apresentados na literatura, demonstrou uma assertividade mínima de 75 %, sendo que tal metodologia é baseada em critérios fundamentados em bases científica e metrológica.
local.publisher.initialsUFMG

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