Different genotypes of Trypanosoma cruzi produce distinctive placental environment genetic response in chronic experimental infection

dc.creatorNatalia Anahí Juiz
dc.creatorMaría Elisa Solana
dc.creatorGonzalo Raúl Acevedo
dc.creatorAlejandro Francisco Benatar
dc.creatorJuan Carlos Ramirez
dc.creatorPriscilla Almeida da Costa
dc.creatorAndrea Mara Macedo
dc.creatorSilvia Andrea Longhi
dc.creatorAlejandro Schijman
dc.date.accessioned2026-03-02T19:38:56Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractCongenital infection of Trypanosoma cruzi allows transmission of this parasite through generations. Despite the problematic that this entails, little is known about the placenta environment genetic response produced against infection. We performed functional genomics by microarray analysis in C57Bl/6J mice comparing placentas from uninfected animals and from animals infected with two different T. cruzi strains: K98, a clone of the non-lethal myotropic CA-I strain (TcI), and VD (TcVI), isolated from a human case of congenital infection. Analysis of networks by GeneMANIA of differentially expressed genes showed that “Secretory Granule” was a pathway down-regulated in both infected groups, whereas “Innate Immune Response” and “Response to Interferon-gamma” were pathways up-regulated in VD infection but not in K98. Applying another approach, the GSEA algorithm that detects small changes in predetermined gene sets, we found that metabolic processes, transcription and macromolecular transport were down-regulated in infected placentas environment and some pathways related to cascade signaling had opposite regulation: over-represented in VD and down-regulated in K98 group. We also have found a stronger tropism to the placental organ by VD strain, by detection of parasite DNA and RNA, suggesting living parasites. Our study is the first one to describe in a murine model the genetic response of placental environment to T. cruzi infection and suggests the development of a strong immune response, parasite genotype-dependent, to the detriment of cellular metabolism, which may contribute to control infection preventing the risk of congenital transmission.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1371/journal.pntd.0005436
dc.identifier.issn1935-2735
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1838
dc.languageInglêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPLOS Neglected Tropical Diseases
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAttribution 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectTrypanosoma cruzi
dc.subjectDoença de Chagas
dc.subjectPlacenta
dc.titleDifferent genotypes of Trypanosoma cruzi produce distinctive placental environment genetic response in chronic experimental infection
dc.title.alternativeDiferentes genótipos de Trypanosoma cruzi produzem respostas genéticas distintas no ambiente placentário em infecções experimentais crônicas
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage19
local.citation.issue3
local.citation.spage1
local.citation.volume11
local.description.resumoA infecção congênita por Trypanosoma cruzi permite a transmissão desse parasita através das gerações. Apesar dos problemas que isso acarreta, pouco se sabe sobre a resposta genética do ambiente placentário à infecção. Realizamos genômica funcional por meio de análise de microarrays em camundongos C57Bl/6J, comparando placentas de animais não infectados e de animais infectados com duas cepas diferentes de T. cruzi : K98, um clone da cepa miotrópica não letal CA-I (TcI), e VD (TcVI), isolada de um caso humano de infecção congênita. A análise de redes por GeneMANIA dos genes diferencialmente expressos mostrou que a via “Grânulos Secretores” apresentou regulação negativa em ambos os grupos infectados, enquanto as vias “Resposta Imune Inata” e “Resposta ao Interferon-gama” apresentaram regulação positiva na infecção por VD, mas não na infecção por K98. Aplicando outra abordagem, o algoritmo GSEA que detecta pequenas alterações em conjuntos de genes predeterminados, descobrimos que processos metabólicos, transcrição e transporte macromolecular estavam sub-regulados no ambiente placentário infectado, e algumas vias relacionadas à sinalização em cascata apresentaram regulação oposta: super-representadas no grupo VD e sub-reguladas no grupo K98. Também encontramos um tropismo mais forte para o órgão placentário pela cepa VD, através da detecção de DNA e RNA do parasita, sugerindo a presença de parasitas vivos. Nosso estudo é o primeiro a descrever, em um modelo murino, a resposta genética do ambiente placentário à infecção por *T . cruzi* e sugere o desenvolvimento de uma forte resposta imune, dependente do genótipo do parasita, em detrimento do metabolismo celular, o que pode contribuir para o controle da infecção, prevenindo o risco de transmissão congênita.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E IMUNOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::IMUNOLOGIA
local.url.externahttps://journals.plos.org/plosntds/article?id=10.1371/journal.pntd.0005436

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