Dar a luz em um centro de parto normal: percepção das mulheres
| dc.creator | Carla Danielle Oberhofer Guanabens | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-14T21:15:14Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:55:28Z | |
| dc.date.available | 2019-08-14T21:15:14Z | |
| dc.date.issued | 2011-06-27 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-9DNEWS | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Enfermagem Obstétrica | |
| dc.subject.other | Enfermeiras obstétricas | |
| dc.subject.other | Centros independentes de assistência a gravidez e ao parto | |
| dc.subject.other | Satisfação do paciente | |
| dc.title | Dar a luz em um centro de parto normal: percepção das mulheres | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Lelia Maria Madeira | |
| local.contributor.referee1 | Elysangela Dittz Duarte | |
| local.contributor.referee1 | Tatiana Coelho Lopes | |
| local.description.resumo | No Brasil, a crescente medicalização e controle do parto e nascimento, ao longo dos anos, tem refletido negativamente nos índices de morbi-mortalidade materna e neonatal. Partindo-se disso, há um grande investimento por parte do Ministério da Saúde (MS) ao criar políticas voltadas a este grupo populacional. A formação de enfermeiros obstetras e sua inserção na assistência ao parto em Centro de Parto Normal (CPN) são medidas ainda pouco sedimentadas e recentes no país. Foi realizado um estudo exploratório e descritivo, sob a abordagem qualitativa de pesquisa, com os objetivos de identificar os motivos que levaram as mulheres a procurar o CPN para dar a luz; identificar a representação das mulheres sobre o enfermeiro obstetra e conhecer a satisfação das mulheres em relação à assistência recebida do enfermeiro obstetra no CPN. Foram realizadas 11 entrevistas com mulheres cujo parto foi assistido no CPN e analisadas através da técnica de análise de conteúdo (MINAYO,1992). Das entrevistas foram extraídas quatro categorias temáticas relacionadas aos motivos que levaram à procura do CPN; percepção sobre a assistência recebida; percepção sobre o profissional enfermeiro obstetra e a satisfação com a assistência recebida. Verificou-se que a assistência humanizada é pouco conhecida e divulgada para a população; as mulheres não são capazes de nomear o profissional provedor da assistência como sendo o enfermeiro obstetra, porém, foram capazes de qualificar a assistência recebida deste profissional, independente de qual nome ele detém e de associá-la a um alto nível de satisfação. Constata-se que a divulgação do modelo humanizado tem como ponto chave a própria experiência da mulher e deve ser garantido nas informações e orientações oferecidas durante a atenção ao pré-natal na tentativa da mudança da cultura e da representação da população sobre o parto normal, o profissional que o assiste e suas possibilidades de nascimento. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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