Voltar, contar e lembrar de Gangan: por uma arqueologia griótica afrodecolonial em Mana, Guiana

dc.creatorGabby Hartemann
dc.date.accessioned2019-08-11T04:10:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:26:48Z
dc.date.available2019-08-11T04:10:34Z
dc.date.issued2019-05-09
dc.description.abstractThis MA thesis constitutes a critical effort from the knowledge mode that is archaeology. Based on an openly afrodecolonial perspective, the research proposes theoretical and practical shifts from the western and modern forms with which archaeology has been made, with a particular emphasis for the question of otherness. The notion of "return", both to Mana, ancestral land of the researcher, and to afrocentered world-perceptions, constitutes the starting point for these reflections. Therefore, the concepts of ancestrality, memory and orality are activated to construct other possibilities for archaeology that are less colonialistic and less violent, such as the perspective of griotic archaeology proposed in this thesis
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-BE6KAD
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArqueologia
dc.subjectDiáspora africana
dc.subjectAntropologia
dc.subject.otherArqueologia griótica
dc.subject.otherAncestralidade
dc.subject.otherAfrocentricidade
dc.subject.otherAfrodecolonialidade
dc.titleVoltar, contar e lembrar de Gangan: por uma arqueologia griótica afrodecolonial em Mana, Guiana
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Mariana Petry Cabral
local.contributor.referee1Marcia Bezerra de Almeida
local.contributor.referee1Wanderson Flor do Nascimento
local.contributor.referee1Carlos Magno Guimaraes
local.description.resumoEsta dissertação se constitui enquanto um esforço crítico a partir do modo de conhecimento que é a arqueologia. Fundamentada em uma perspectiva assumidamente afrodecolonial, a pesquisa propõe deslocamentos teóricos e práticos das formas modernas ocidentais com as quais a arqueologia tem sido feita, com destaque particular para a questão da alteridade. A noção de volta, tanto para Mana, terra ancestral da pessoa-pesquisadora, quanto para percepções do mundo afrocentradas, constitui o ponto de partida dessas reflexões. Desta forma, os conceitos de ancestralidade, de memória e de oralidade são ativados para construir outras possibilidades para a arqueologia que sejam menos colonialistas e menos violentas, a exemplo da perspectiva de arqueologia griótica proposta nessa dissertação
local.publisher.initialsUFMG

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