Maior rigidez arterial prediz doença renal crônica no estudo de coorte ELSA-Brasil

dc.creatorJúlia Cândido
dc.creatorLidyane do Valle Camelo
dc.creatorLuisa Brant
dc.creatorRoberto Sá Cunha
dc.creatorJosé Geraldo Mill
dc.creatorSandhi Maria Barreto
dc.date.accessioned2026-01-14T21:17:09Z
dc.date.issued2023-10-04
dc.description.abstractBackground: Arterial stiffening can directly affect the kidneys, which are passively perfused by a high flow. However, whether the relation between arterial stiffness and renal function depends on diabetes and hypertension conditions, is a matter of debate. Objective: To investigate the relationship between arterial stiffening by carotid-to-femoral pulse wave velocity (cfPWV) and chronic kidney disease (CKD) incidence in individuals and verify whether this association is present in individuals without hypertension and diabetes. Methods: A longitudinal study of 11,647 participants of the ELSA-Brasil followed up for four years (2008/10-2012/14). Baseline cfPWV was grouped per quartile, according to sex-specific cut-offs. Presence of CKD was ascertained by glomerular filtration rate (eGFR-CKD-EPI) < 60 ml/ min/1.73 m² and/or albumin-to-creatinine ratio ≥ 30 mg/g. Logistic regression models were run for the whole cohort and a subsample free from hypertension and diabetes at baseline, after adjustment for age, sex, race, schooling, smoking, cholesterol/HDL ratio, body mass index, diabetes, use of antihypertensive, systolic blood pressure, heart rate, and cardiovascular disease. Statistical significance was set at 5%. Results: The chance of CKD was 42% (CI 95%: 1.05;1.92) greater among individuals in the upper quartile of cfPWV. Among normotensive, non-diabetic participants, individuals in the 2nd, 3rd, and 4th quartiles of cfPWV presented greater chances of developing CKD, as compared to those in the lower quartile, and the magnitude of this association was the greatest for those in the upper quartile (OR: 1.81 CI 95%: 1.14;2.86).
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFINEP - Financiadora de Estudos e Projetos, Financiadora de Estudos e Projetos
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.36660/abc.20230409
dc.identifier.issn1678-4170
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1393
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivo Brasileiro de Cardiologia
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsCC0 1.0 Universalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/
dc.subjectEstudos de coorte
dc.subjectFunção renal
dc.subjectInsuficiência renal
dc.subjectRigidez arterial
dc.subject.otherInsuficiência Renal Crônica
dc.subject.otherRigidez arterial
dc.subject.otherTaxa de Filtração Glomerular
dc.titleMaior rigidez arterial prediz doença renal crônica no estudo de coorte ELSA-Brasil
dc.title.alternativeHigher Arterial Stiffness Predicts Chronic Kidney Disease in Adults: The ELSA-Brasil Cohort Study
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage9
local.citation.issue12
local.citation.spage1
local.citation.volume120
local.description.resumoFundamento: A rigidez arterial pode afetar diretamente os rins, que são perfundidos passivamente por alto fluxo. No entanto, determinar se a relação entre rigidez arterial e função renal depende das condições de diabetes e hipertensão é uma questão controversa. Objetivo: Investigar a relação entre a rigidez arterial, por velocidade da onda de pulso carotídea-femoral (VOPcf), e a incidência de doença renal crônica (DRC) em indivíduos e verificar se essa associação está presente em indivíduos sem hipertensão e diabetes. Métodos: Estudo longitudinal com 11.647 participantes do ELSA-Brasil acompanhados por quatro anos (2008/10- 2012/14). A VOPcf basal foi agrupada por quartil, de acordo com pontos de corte específicos com relação a sexo. A presença de DRC foi verificada pela taxa de filtração glomerular (TFGe-CKD-EPI) < 60 ml/min/1,73 m² e/ou relação albumina/creatinina ≥ 30 mg/g. Modelos de regressão logística foram executados para toda a coorte e uma subamostra livre de hipertensão e diabetes no início do estudo, após ajuste para idade, sexo, raça, escolaridade, tabagismo, relação colesterol/HDL, índice de massa corporal, diabetes, uso de anti hipertensivos, pressão arterial sistólica, frequência cardíaca e doenças cardiovasculares. A significância estatística foi fixada em 5%. Resultados: A chance de DRC foi de 42% (IC de 95%: 1,05;1,92) maior entre indivíduos no quartil superior da VOPcf. Entre os participantes normotensos e não diabéticos, os indivíduos do 2º, 3º e 4º quartis da VOPcf apresentaram maiores chances de desenvolver DRC, quando comparados aos do quartil inferior, sendo a magnitude dessa associação maior para aqueles do quartil superior (OR: 1,81 IC de 95%: 1,14;2,86). Conclusão: A maior VOPcf aumentou as chances de DRC, e sugere que esse efeito é ainda maior em indivíduos sem diabetes e hipertensão.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0001-8186-6900
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7317-1367
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0987-368X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/abc/a/nWRCChyHWHJP8BHxD4bVvHB/?lang=pt

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