Filogenia, taxonomia e macroevolução de estruturas copulatórias dos gêneros de Gnaphosidae (Araneae: Gnaphosoidea)
| dc.creator | Guilherme Henrique Fernandes de Azevedo | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T20:18:12Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:52:48Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T20:18:12Z | |
| dc.date.issued | 2016-06-10 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-B7UKBL | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Filogenia | |
| dc.subject | Classificação | |
| dc.subject | Aranhas | |
| dc.subject | Zoologia | |
| dc.subject.other | Zoologia | |
| dc.title | Filogenia, taxonomia e macroevolução de estruturas copulatórias dos gêneros de Gnaphosidae (Araneae: Gnaphosoidea) | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Adalberto José dos Santos | |
| local.description.resumo | Gnaphosidae é a sexta maior família de aranhas, com 2183 espécies agrupadas em 124 gêneros, e pode ser encontrada em todos continentes, exceto na Antártida (embora seja provável que ocorra em ilhas subantárticas). Na América do Sul a família é representada por 26 gêneros e 173 espécies, sendo que 17 gêneros e 69 espécies ocorrem no Brasil. Essa diversidade sul-americana representa apenas 0,08% do número de espécies conhecidas de Gnaphosidae. Com as informações a respeito da família que temos no momento, é difícil explicar essa baixa diversidade. Ela pode estar relacionada a deficiências de esforço de coleta e estudo taxonômico focado na fauna sul-americana. Por outro lado, é possível que as condições ambientais na região Neotropical não sejam favoráveis à diversificação da família, ou talvez a explicação seja uma combinação de vários desses fatores | |
| local.publisher.initials | UFMG |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1