Produção social da criança e do adolescente marginalizados

dc.creatorWalter Ernesto Ude Marques
dc.date.accessioned2019-08-14T13:47:19Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:31:28Z
dc.date.available2019-08-14T13:47:19Z
dc.date.issued1993-08-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-AC2QHY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCrianças maltratadas
dc.subjectAdolescentes
dc.subjectMenores Emprego
dc.subject.otherEducação Conhecimento Inclusão social
dc.titleProdução social da criança e do adolescente marginalizados
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Roberto Jamil Cury
local.contributor.referee1Lucilia Regina de Souza Machado
local.description.resumoA problemática das crianças e dos adolescentes marginalizados que freqüentam as ruas e becos nas nossas cidades em busca de sobrevivência tem-se tornado um grande desafio para todos nós. C objetivo deste trabalho foi apontar os elementos responsáveis pela produção social dessa população, considerando tratar-se de um fenômeno social que revela uma sociedade excludente, que produz riquezas em detrimento de uma maioria explorada e espoliada, da qual essas crianças e adolescentes emergem. A análise dessas relações sociais foi calcada na concepção histórico-estrutural da marginalidade, interpretando a estruturação da sociedade industrial a partir do modeloconcentracionista e excludente. Com o objetivo de retratar o quadro atual do Pais em relação às condições socioeconômicas, foram utilizados dados estatísticos da década de 80 e do início da de 90, que revelaram uma desigualdade social acentuada, em termos de distribuição de renda, com sobreposição étnica dos brancos sobre os negros em vários aspectos, como também o aumento do trabalho infantil para complementação da renda familiar, confirmando as hipóteses levantadas pela concepção históricosocial levantada. Foram realizadas entrevistas com essa população, que buscaram a escuta da compreensão que fazem da sua realidade, apresentando-se como reveladoras da necessidade de trabalho infantil e da falta de lazer e escola como determinantes de sua ruptura com o social. G estudo bibliográfico realizado revelou que a compreensão das políticas sociais adotadas pelos dominantes é importante elemento da manutenção da dominação, por adotarem medidas amortecedoras dos conflitos distributivos. A transformação dessa realidade exige eqüidade nadistribuição de renda, nivelamento produtivo indústria/agricultura, promoção da cidadania e o estabelecimento das conexões entre o fenômeno da marginalização e os agentes produtores dessa realidade, atingindo as estruturas produtoras desse quadro desigual.
local.publisher.initialsUFMG

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