O transportador ABC espécie-específico e o sistema de secreção do tipo IV de Brucella ovis são essenciais para modulação do tráfego e sobrevivência intracelular em macrófagos ovinos

dc.creatorAuricelio Alves de Macedo
dc.date.accessioned2019-08-13T04:02:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:09:48Z
dc.date.available2019-08-13T04:02:48Z
dc.date.issued2016-02-02
dc.description.abstractBrucella ovis infection is associated with epididymitis, orchitis and infertility in rams. Information available on B. ovis and host cell interaction have been generated using murine macrophages or human epithelial cell lines, whereas the interaction between B. ovis and primary ovine macrophages has never been studied. The aim of this study was to evaluate the role of the B. ovis abcEDCBA-encoded ABC transporter and the virB operon-encoded Type IV Secretion System (T4SS) during intracellular survival of B. ovis in ovine peripheral blood monocyte-derived macrophages. B. ovis abcBA and virB2 mutant strains were unable to survive in the intracellular environment when compared to the WT B. ovis at 48 hours post infection (hpi). In addition, these mutant strains cannot exclude the lysosomal marker LAMP-1 from its vacuolar membrane, and their vacuoles did not acquire the endoplasmic reticulum marker calreticulin, which takes place in the WT B. ovis containing vacuole. Higher levels of nitric oxide production were observed in macrophages infected with WT B. ovis at 48 hpi when compared to macrophages infected with the abcBA or virB2 mutant strains. Conversely, higher levels of reactive oxygen species were detected in macrophages infected with the abcBA or virB2 mutant strains at 48 hpi when compared to macrophages infected with the WT strain. Our results demonstrate that B. ovis is able to persist and multiply in ovine macrophages, while abcBA and virB2 mutations prevent intracellular multiplication, favor phagolysosome fusion, and impair maturation of the B. ovis vacuole towards an endoplasmic reticulum-derived compartment
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SMOC-AKFHJA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência animal
dc.subject.otherOvino
dc.subject.otherLAMP-1
dc.subject.otherBrucella ovis
dc.subject.otherMacrófago
dc.subject.otherCalreticulina
dc.titleO transportador ABC espécie-específico e o sistema de secreção do tipo IV de Brucella ovis são essenciais para modulação do tráfego e sobrevivência intracelular em macrófagos ovinos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Tatiane Alves da Paixao
local.contributor.advisor-co1Juliana Pinto da Silva Mol
local.contributor.advisor1Renato de Lima Santos
local.contributor.referee1Francisco Carlos Faria Lobato
local.contributor.referee1Erica Azevedo Costa
local.contributor.referee1Olindo Assis Martins-filho
local.contributor.referee1Teane Milagres Augusto da Silva
local.description.resumoInfecção por Brucella ovis é associada à epididimite, orquite e infertilidade em carneiros. As informações disponíveis sobre B. ovis e sua interação com células hospedeiras foram geradas com macrófagos murinos ou linhagens de células epiteliais humanas, mas a interação entre B. ovis e macrófagos primários ovinos nunca foi estudada. O objetivo deste estudo foi avaliar o papel do transportador ABC codificado pelo gene abcEDCBA de B. ovis e o sistema de secreção do Tipo IV (SST4) codificado pelo operon virB durante a sobrevivência intracelular de B. ovis em macrófagos derivados de monócitos do sangue periférico de ovinos. As cepas mutantes abcBA e virB2 de B. ovis foram incapazes de sobreviver no ambiente intracelular quando comparado com a cepa selvagem (WT) de B. ovis às 48 horas pós-infecção (hpi). Além disso, estas cepas mutantes não foram capazes de excluir o marcador lisossomal LAMP-1 da membrana de seus vacúolos e seus vacúolos não adquiriram o marcador de retículo endoplasmático calreticulina, ao passo que esse marcador estava presente no vacúolo contendo WT B. ovis. Níveis mais altos de produção de óxido nítrico (NO) foram observados em macrófagos infectados com WT B. ovis no tempo de 48 hpi quando comparados com macrófagos infectados com as cepas mutantes abcBA ou virB2. Por outro lado, níveis mais elevados de espécies reativas de oxigênio (ROS) foram detectadas em macrófagos infectados com os mutantes abcBA ou virB2 48 hpi quando comparados aos macrófagos infectados com a cepa WT. Nossos resultados demonstram que B. ovis é capaz de persistir e de se multiplicar em macrófagos ovinos, enquanto que mutações que provocam a perda de funcionalidade do transportador ABC e do SST4 impedem a multiplicação intracelular, favorecem a fusão do fagolisossoma e prejudicam a maturação do vacúolo de B. ovis para um compartimento com características de retículo endoplasmático rugoso.
local.publisher.initialsUFMG

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