As construções das representações sociais de gênero e raça na literatura infantil

dc.creatorLuciana Catalão de Albuquerque
dc.date.accessioned2019-08-12T09:34:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:03Z
dc.date.available2019-08-12T09:34:39Z
dc.date.issued2015-05-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ADSKGE
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectProfessores de ensino fundamental Formação 
dc.subjectMulticulturalismo Estudo e ensino (Ensino fundamental) 
dc.subjectEducação Relações de gênero 
dc.subjectEducação Relações etnicas 
dc.subject.otherLiteratura infantil
dc.subject.otherGênero
dc.subject.otherRaça
dc.titleAs construções das representações sociais de gênero e raça na literatura infantil
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ana Amelia de Paula Laborne
local.contributor.referee1Regina Celia Passos Ribeiro de Campos
local.description.resumoNeste trabalho são apresentadas reflexões sobre as temáticas gênero, raça e literatura infantil na educação escolar, a partir da realização do Plano de Ação desenvolvido na Escola Municipal Américo Rene Giannetti, com vinte e duas crianças do primeiro ano do primeiro ciclo com faixa etária de seis anos durante o segundo semestre de 2014. O objetivo do trabalho realizado foi refletir sobre as representações sociais que permeiam a literatura infantil e sua possível influência no processo de construção das identidades dos educandos e educandas, referentes a gênero e raça, e contribuir para construção de saberes emancipatórios sobre estes marcadores sociais. Para isso, realizaram-se intervenções pedagógicas decorrentes da leitura crítica do clássico infantil a Branca de Neve e do livro Meninas Negras, de Madu Costa. Como estratégia metodológica desenvolveu-se oficinas que incluíam contação de histórias, aulas dialogadas, exploração de revistas, recorte de gravuras e produção coletiva de cartazes. Após a intervenção e análises foi possível constatar que tanto as obras, quanto a cultura escolar e os demais elementos curriculares influenciam diretamente no processo de construção do conhecimento e desenvolvimento identitário das crianças. Verificou-se ainda a necessidade de posturas críticas ante aos conteúdos trabalhados na escola investigada. Mesmo considerando as limitações de tempo e recursos necessários para a realização do Plano de Ação, algumas crianças começaram a expor posturas mais críticas, questionando os padrões racistas, machistas e heteronormativos tão presentes na instituição investigada e nas demais relações que interferem na construção de suas identidades. Assim conclui-se que práticas pedagógicas cotidianas críticas contribuem para o processo da educação para a diversidade
local.publisher.initialsUFMG

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