Efeito da fração volumétrica de Martensita, formada no resfriamento após recozimento intercrítico no grau estriamento, propriedades mecânicas e estampabilidade de um aço tipo AISI 430

dc.creatorJose Sergio Ferreira
dc.date.accessioned2019-08-12T15:51:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:07:58Z
dc.date.available2019-08-12T15:51:51Z
dc.date.issued2005-04-25
dc.description.abstractThe subject of this work was to develop an AISI 430 steel with a modified chemical composition, processed on intercritical annealing followed by a fast cooling, with the same mechanical properties and drawability of the standard AISI 430 steel, and also, with a ridging level below 0.7. The steel was industrially cast and hot rolled to 4.00 mm. In a lab, different cooling rate were used, after intercritical annealing, in order to get different martensite volumetric fractions and to determine the influence of this parameter on steel properties after cold rolling and annealing operations. The results related to ridging level showed that an increase of martensite volumetric fraction decreased a lot the ridging tendency after cold rolling. By visual analysis, the ridging level was zero for 34% and 43% martensite volumetric fraction, 0.7 and 1 for 21% and 0% martensite volumetric fraction, respectively. The mechanical properties were according to the specification range for standard AISI430 steel grade. The yield strength and tensile strength increased and elongation decreased as the martensite volumetric fraction was increasing. These results were explained in terms of the reduction of grain size and chromium carbide particles with the increase of martensite amount. The decrease on the ridging level for fractions of martensite in the 21 to 43% range was related to the reduction or elimination of grains colonies having the same crystallographic orientation. The lower values observed for the average strain ratio compared to standard AISI 430 steel grade was attributed to the martensite wich reduces of g fibre intensity
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8DMEH4
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEngenharia metalúrgica
dc.subjectMetalurgia física
dc.subjectMartensita
dc.subject.otherMartensita 
dc.subject.otherFerritico 430
dc.subject.otherAço Inoxidavel
dc.subject.otherRiging
dc.titleEfeito da fração volumétrica de Martensita, formada no resfriamento após recozimento intercrítico no grau estriamento, propriedades mecânicas e estampabilidade de um aço tipo AISI 430
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Tarcísio Reis de Oliveira
local.contributor.advisor1Berenice Mendonca Gonzalez
local.contributor.referee1Vicente Tadeu Lopes Buono
local.contributor.referee1Tarcísio Reis de Oliveira
local.description.resumoO objetivo deste trabalho foi desenvolver um aço AISI 430 com composição química modificada e submetido a um recozimento intercrítico seguido de resfriamento rápido, com as mesmas propriedades mecânicas e estampabilidade do aço AISI 430 e comgrau de estriamento inferior a 0,7. O aço estudado, produzido industrialmente na espessura de 4,00mm, foi processado em laboratório após laminação a quente. Variou-se a taxa de resfriamento, após recozimento intercrítico, para se obter diferentes frações volumétricas de martensita e determinar a influência deste parâmetro nas propriedades do aço após laminação a frio e recozimento. Os resultados relativos ao grau de estriamento mostraram que um aumento na fração volumétrica de martensita, durante a laminação a frio diminuiu acentuadamente a tendência ao ridging , obtendo-se na análise visual, nível 0 para frações volumétricas de martensita presentes na laminação a frio iguais a 34 e 43% e níveis 0,7 e 1 para frações volumétricas de 21 e 0% de martensita, respectivamente. Os valores do limite de escoamento, limite de resistência, alongamento uniforme e alongamento total mostraram-se dentro da especificação para o aço AISI 430 padrão. Observou-se um aumento do limite de escoamento e limite de resistência e um decréscimo do alongamento com o aumento da fração volumétrica de martensita. Estes resultados foram explicados em termos da diminuição do tamanho do grão e do tamanho das partículas de carboneto de cromo com o aumento da quantidade de martensita presente na laminação a frio. A redução observada no grau de estriamento para as frações de martensita entre 21 e 43%, está relacionada ao decréscimo ou eliminação de colônias de grãos de mesma orientação cristalográfica. A diminuição no coeficiente de anisotropia normal médio em relação ao valor deste parâmetro para o aço AISI 430 deve-se à presença de martensita que reduz a intensidade de fibra gama
local.publisher.initialsUFMG

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