Relações entre saúde mental e falhas cognitivas no dia a dia: papel dos sintomas internalizantes e externalizantes

dc.creatorAline Alves Ferreira
dc.creatorWanessa Gabrielli Augusto Oliveira
dc.creatorJonas Jardim de Paula
dc.date.accessioned2023-11-07T19:31:32Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:07:20Z
dc.date.available2023-11-07T19:31:32Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractObjective: Cognitive failures are errors made in everyday life such as forgetting appointments, lack of words when talking, difficulties to memorize what is read, errors of orientation, among others. Internalizing and externalizing psychiatric symptoms may contribute to the occurrence of cognitive failures. The present study aims to evaluate how internalizing and externalizing symptoms contribute to the occurrence of everyday cognitive failures. Me thods: We evaluated 366 volunteers using the Cognitive Failure Questionnaire (CFQ), the Self-Reporting Questionnaire-20 (SRQ-20) as a measure of internalizing symptoms and the Adult Self-Report Scale (ASRS-18) as a measure of externalizing symptoms. We classified the participants based on the SRQ-20 and ASRS-18 cut-off scores to create four groups: controls, internalizing, externalizing, and mixed. We compared the groups by means of ANOVA and tested its associations with correlations. Results: All scales showed strong correlations between each other (r > 0.500, p < 0.001). The comparison of the groups suggests that participants with clinical scores of internalizing and externalizing symptoms have more fai lures when compared to the control group (d = 0.86 and d = 1.00), but they do not present differences between themselves (d = 0.21). Participants of the mixed group presented more failures than the control group (d = 2.01), and the internalizing (d = 1.31) and externalizing (d = 1.05) groups. Conclusion: Both internalizing and externalizing symptoms contribute to the occurrence of day-to-day cognitive failures. We also observed an additive effect of both symptoms.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/0047-2085000000188
dc.identifier.issn19820208
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60577
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJornal Brasileiro de Psiquiatria
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDepressão
dc.subjectTranstorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade
dc.subjectMemória
dc.subjectAtenção
dc.subjectFunção Executiva
dc.subject.otherDepressão
dc.subject.otherTranstorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherAtenção
dc.subject.otherFunção Executiva
dc.titleRelações entre saúde mental e falhas cognitivas no dia a dia: papel dos sintomas internalizantes e externalizantes
dc.title.alternativeRelationship between mental health and everyday cognitive failures: role of internalizing and externalizing symptoms
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage79
local.citation.issue2
local.citation.spage74
local.citation.volume67
local.description.resumoObjetivo: Falhas cognitivas são erros cometidos no dia a dia como perda de compromissos, falta de palavras ao conversar,dificuldades de memorizar o que é lido, erros de orientação, entre outros. Sintomas psiquiátricos internalizantes e externalizantes podem contribuir para a ocorrência de falhas cognitivas. O presente estudo objetiva avaliar como sintomas internalizantes e externalizantes contribuem para a ocorrência de falhas cognitivas no dia a dia. Métodos: Foram avaliados 366 voluntários utilizando o Questionário de Falhas Cognitivas(CFQ) e as escalas Self-Reporting Questionnaire-20 (SRQ-20), como medida de sintomas internalizantes, e Adult Self-Report Scale (ASRS-18), como medida de sintomas externalizantes. Os participantes foram classificados com base nos pontos de corte da SRQ-20 e ASRS-18 para a criação de quatro grupos: hígido, internalizante, externalizante e misto. Comparamos os grupos por meio de ANOVA e testamos a associação das variáveis estudadas por meio de correlações. Resultados: Todas as escalas apresentaram correlações fortes entre si (r > 0,500, p < 0,001). A comparação dos grupos sugere que participantes com escores clínicos de sintomas internalizantes e externalizantes apresentam mais falhas quando comparados ao grupo hígido (d = 0,86 e d = 1,00), mas não apresentam diferenças entre si (d = 0,21). Participantes do grupo misto apresentaram mais falhas que o grupo hígido (d = 2,01), internalizante (d = 1,31) e externalizante (d = 1,05). Conclusão: Tanto sintomas internalizantes quanto externalizantes contribuem para a ocorrência de falhas cognitivas no dia a dia. Observamos ainda um efeito aditivo de ambos os sintomas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/0047-2085000000188

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