Instituições bancárias e transmissão de política monetária: um estudo microeconômico aplicado ao Brasil

dc.creatorFelipe Augusto de Araujo
dc.date.accessioned2019-08-10T16:44:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:29:19Z
dc.date.available2019-08-10T16:44:25Z
dc.date.issued2012-10-25
dc.description.abstractThis work investigates the existence of a bank lending channel of monetary policy transmission in Brazil in the years 2000 to 2011. We use bank-level data obtained from the Brazilian Central Bank. Our results indicate that the loan supply of more capitalized and more prudent banks are more sensitive to monetary policy tightening than the supply of the average bank. There is no evidence that more liquid banks, the ones that are part of a conglomerate and banks with a foreign control respond differently to monetary contractions. These results do not allow us to decisively conclude either in favor or against the existence of such a channel of monetary transmission. They can, however, have important consequences for the conduct of monetary policy in Brazil.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/AMSA-954LBY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPolítica monetária
dc.subjectMicroeconomia
dc.subjectBancos Brasil
dc.subject.otherPolítica monetária
dc.subject.otherEconomia bancária
dc.subject.otherCanal de empréstimos bancários
dc.titleInstituições bancárias e transmissão de política monetária: um estudo microeconômico aplicado ao Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bruno de Paula Rocha
local.contributor.referee1Mauro Sayar Ferreira
local.contributor.referee1Bruno Cara Giovannetti
local.description.resumoEste trabalho investiga a existência de um canal de empréstimos bancários na transmissão de política monetária no Brasil no período de 2000 a 2011. São utilizados dados de firmas bancárias individuais, obtidos do Banco Central do Brasil. Os resultados indicam que a oferta de crédito dos bancos mais capitalizados e mais prudentes é mais sensível a apertos monetários do que a oferta de um banco médio. Não há evidências de que bancos mais líquidos, que participam de conglomerado ou que tenham controle estrangeiro respondam de maneira diferente a contrações monetárias. Tais resultados não nos permitem concluir decisivamente a favor ou contra a existência do canal de empréstimos bancários no Brasil, mas podem ter consequências importantes para a condução da política monetária.
local.publisher.initialsUFMG

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