O particípio presente como pré e pós-modificador de sintagma nominal: uma análise comparativa da produção de aprendizes brasileiros e de falantes nativos de inglês

dc.creatorAdriana Maria Tenuta de Azevedo
dc.creatorStefânia Aparecida de Lima Silva
dc.date.accessioned2023-06-05T22:39:25Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:16:53Z
dc.date.available2023-06-05T22:39:25Z
dc.date.issued2021-11-18
dc.description.abstractThis article investigated the written production of Brazilian learners of the English language, comparatively to native speakers, regarding the use of -ing present participles as pre and post-modifiers in noun phrases. We aimed at quantifying the occurrences of these elements in the CorlsF-Inglês, a learners” corpus, as well as in LOCNESS, a native speakers” corpus, both composed of academic texts. For data processing, the AntConc software was used. We found more occurrences of the non-finite form of the verb both as pre and as post-modifiers produced by native speakers in relation to learners. The learners” linguistic proficiency level (from A2 to B2 of CEFLR) being inconsistent with the production of rather complex noun phrases may explain this part of the results. Taking into account the grammar systems of the learners' LÍ and L2, the present participle (-ndo and -ing, respectively) has the syntactic function of postmodifier in the noun phrase in both systems. However, this non-finite form of the verb occurs as pre-modifier only in English. The other part of the results revealed that the native speakers used the -ing as post-modifier proportionally about twice as much as the Brazilian learners. As for pre-modifiers, the data indicated that the native speakers used -ing items four times more than the learners did. These numerical differences were analyzed as influence from Portuguese in the English text production of Brazilian learners, what can be related to a learning strategy.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.25189/2675-4916.2021.v2.n4.id574
dc.identifier.issn2675-4916
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/54563
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Linguística
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLíngua inglesa - Particípio
dc.subjectLíngua inglesa - Sintagma nominal
dc.subjectInterlíngua (Aprendizagem de línguas)
dc.subject.otherPré-modificador de sintagma nominal
dc.subject.otherPós-modificador de sintagma nominal
dc.subject.otherParticípio presente
dc.subject.otherInterlíngua
dc.subject.otherEstratégia de aprendizagem
dc.titleO particípio presente como pré e pós-modificador de sintagma nominal: uma análise comparativa da produção de aprendizes brasileiros e de falantes nativos de inglês
dc.title.alternativeThe present participle as pre and post-modifier in the noun phrase: a comparative analysis of the english production of brazilian learners and native speakers
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage17
local.citation.issue4
local.citation.spage1
local.citation.volume2
local.description.resumoEste artigo investigou comparativamente a produção escrita de aprendizes brasileiros e de falantes nativos de inglês quanto ao uso de pré e de pós-modificadores do sintagma nominal realizados pelo particípio presente -ing. Objetivou-se um levantamento quantitativo das ocorrências desses elementos no corpus de aprendizes CorlsF-Inglês e no corpus de falantes nativos LOCNESS, ambos compostos por textos acadêmicos. Para o tratamento dos dados, foi utilizado o software AntConc. Foram encontradas mais ocorrências de -ing modificadores, tanto pré quanto pós, pelos falantes nativos em relação aos aprendizes. O nível de proficiência linguística dos aprendizes (de A2 a B2 do QECRL!) não sendo condizente com a produção de sintagmas nominais mais complexos pode explicar essa parte dos resultados. Considerando-se as gramáticas de Lt e L2 dos aprendizes, o particípio presente (-ndo e -ing, respectivamente) desempenha a função sintática de pós-modificador de sintagmanominal em ambas. Porém, essa forma não finita do verbo ocorre como pré-modificador apenas no inglês. À outra parte dos resultados revela que os falantes nativos empregaram a forma -ing como pós-modificador cerca de proporcionalmente 2 vezes mais do que os aprendizes brasileiros. No caso da pré-modificação, verificou-se que os falantes nativos utilizaram 4 vezes mais itens marcados por -ing do que os aprendizes. Essas diferenças numéricas encontradas nos dados foram analisadas como influência do português na produção dos textos em inglês pelos aprendizes brasileiros, o que pode estar relacionado a uma estratégia de aprendizagem.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7169-640X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9297-9081
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG

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