Efeitos da prática mental na adaptação motora a perturbações previsíveis e a perturbações imprevisíveis

dc.creatorThabata Viviane Brandao Gomes
dc.date.accessioned2019-08-13T18:51:34Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:26Z
dc.date.available2019-08-13T18:51:34Z
dc.date.issued2014-08-27
dc.description.abstractChanges in environment can represent new sensory-motor demands and, sometimes, they can compromise motor performance. These changes, or perturbations, can be predictable, which allow previous action organizations; or unpredictable, which require that action organization happen only after perturbation identification. Regardless of the type of perturbation, maintaining good performance requires adaptive motor behavior that is related to previous practice, as physical and mental practice. The aim of this study was to verify the effects of mental practice in motor adaptation to predictable perturbation and to unpredictable perturbation. Two experiments were conducted with a mental practice group, a physical practice group and a control group (no practice) in each one. Participants should perform a trace as fast and as precise as possible in order to hit the target. In first phase of experiments, physical practice and mental practice groups performed the task according to practice specificity. Then, all groups were submitted to a phase of exposition to perturbations (i.e., change in target position). In first experiment perturbation were presented in a predictable way (with previous cue in the beginning of movement) and in the second in an unpredictable way (no cues). Results showed best performance of physical practice face perturbations, and the formed internal model required less number of modifications in order to achieve the goal, indicated in different measures of action organization. In general, results suggest that physical practice is superior to mental practice, which was superior to control group. These results were explained by a formation of different structures of control to each distinct kind of practice. This structure of control is internal model that relates inverse model and forward model in action organization.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9QUGCH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação física
dc.subject.otherTarefa de movimento direcionado à
dc.subject.otherModelo interno
dc.subject.othermeta
dc.subject.otherPrática mental
dc.subject.otherAdaptação motora
dc.titleEfeitos da prática mental na adaptação motora a perturbações previsíveis e a perturbações imprevisíveis
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Andre Gustavo Pereira de Andrade
local.contributor.advisor1Herbert Ugrinowitsch
local.contributor.referee1Go Tani
local.contributor.referee1Paulo Barbosa de Freitas Júnior
local.contributor.referee1Guilherme Menezes Lage
local.contributor.referee1Juliana de Melo Ocarino
local.description.resumoMudanças no ambiente podem representar novas demandas sensório-motoras e, às vezes, comprometer o desempenho motor. Essas mudanças, ou perturbações, podem ser previsíveis permitindo organização prévia da ação, ou imprevisíveis, demandando que a organização aconteça somente após a sua identificação. Independente do tipo de perturbação, a manutenção de bom desempenho requer um comportamento motor adaptável, que está relacionado às práticas anteriores, como a prática física e prática mental. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos da prática mental na adaptação motora a perturbações previsíveis e a perturbações imprevisíveis. Dois experimentos foram realizados, sendo que em ambos havia um grupo de prática mental, um grupo de prática física e um grupo controle (ausência de prática). Os participantes deveriam realizar um traço o mais rápido e preciso possível com a meta de acertar o alvo. Na primeira fase do experimento, os grupos de prática física e mental realizaram a tarefa de acordo com a especificidade de prática. Em seguida todos os grupos foram submetidos a uma fase de exposição a perturbações (i.e., mudança no posicionamento do alvo) idêntica para ambos os grupos. No primeiro experimento as perturbações foram apresentadas de forma previsível (com dica prévia ao início do movimento), e no segundo, de forma imprevisível (sem dica prévia ao início do movimento). Resultados mostraram que a prática física levou a melhor desempenho frente a perturbações, e o modelo interno formado exigiu menor número de modificações para alcançar a meta, indicado nas diferentes medidas de organização da ação. No geral, os resultados sugerem que a prática física é superior à prática mental e esta superior à ausência de prática. Esses resultados foram atribuídos à formação de estrutura de controle diferente para tipos de prática distintos. Esta estrutura de controle é o modelo interno que relaciona os modelos inverso e forward na organização da ação.
local.publisher.initialsUFMG

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