Brasil na contramão do mundo: mudanças no padrão de exportações entre 2016-2020

dc.creatorJoão Prates Romero
dc.creatorDanielle Evelyn de Carvalho
dc.creatorArthur Ribeiro Queiroz
dc.creatorCiro Eustáquio de Moura Lopes
dc.date.accessioned2023-10-18T17:32:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:27:27Z
dc.date.available2023-10-18T17:32:08Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractUnlike Europe and the United States, the Brazilian government adopts a growth strategy focused on primary and natural resource-based sectors, which are associated with larger intensity of greenhouse gas emissions and broader environmental degradation, instead of sectors with greater technological intensity, which generate more growth with less environmental impacts. The diversification of the Brazilian economy fell from 196 competitive industries in 2016 to 167 in 2020. The share of primary goods in total exports increased from 37.2% to 44.3% in the same period, and the share of medium and high technology products fell from 20.2% to 14.2% and from 5.2% to 3.1%, respectively. We found a significant increase in the amount of raw wood and gold exported between 2016 and 2020. This growth increases the alert that a part of the products sold may come from illegal activities.
dc.identifier.doi10.33834/bkr.v7i1.263
dc.identifier.issn2446-8509
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59617
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofBrazilian Keynesian Review
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil
dc.subjectDegradação ambiental
dc.subjectExportação
dc.subject.otherEstrutura produtiva
dc.subject.otherExportações
dc.subject.otherDiversificação
dc.subject.otherReprimarização
dc.subject.otherDegradação
dc.titleBrasil na contramão do mundo: mudanças no padrão de exportações entre 2016-2020
dc.title.alternativeMoving against the world trend: changes in the composition of exports between 2016-2020
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage176
local.citation.spage155
local.citation.volume7
local.description.resumoAo contrário da Europa e dos Estados Unidos, o atual governo do Brasil segue uma estratégia de crescimento focada em setores primários e baseados em recursos naturais, que estão associados a maior intensidade de emissões de gases de efeito estufa e maior degradação ambiental, em detrimento de setores de maior intensidade tecnológica, que geram mais crescimento com menores impactos ambientais. A diversificação brasileira caiu de 196 indústrias competitivas em 2016 para 167 em 2020. A participação dos produtos primários na pauta exportadora aumentou de 37,2% para 44,3% no mesmo período, e a dos produtos de média e alta tecnologia caiu de 20,2% para 14,2% e de 5,2% para 3,1%, respectivamente. Observou-se um aumento expressivo na quantidade de madeira bruta e ouro exportados entre 2016 e 2020. Esse crescimento gera um alerta de que uma parte dos produtos comercializados possa ser oriundo de atividades ilegais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://braziliankeynesianreview.org/BKR/article/download/263/153

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