A dinâmica espacial da exclusão financeira e as moedas sociais

dc.creatorAnderson Tadeu Marques Cavalcante
dc.date.accessioned2021-07-22T17:02:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:18Z
dc.date.available2021-07-22T17:02:47Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstract: This paper seeks to delineate the concepts of financial exclusion, its precedents and consequences in order to understand how this inherently spatial phenomenon is responsible for limiting development. From a post-keynesian theoretical approach, financial exclusion will be analyzed through its spatial effects, especially over the development of Brazilian regions. The main argument is that financial exclusion is a phenomenon that is inherently territorial and, as such, must be analyzed accordingly. If such view is accredited, the Social Money initiatives, as an alternative to mitigate financial exclusion, should also be analyzed through its spatial characteristics. The main conclusion is that Social Money initiatives are inherently fragile, being susceptible to external effects coming from other territories and, most of all, to influences and dominance of the formal financial system. Social Money Systems should assume its identity as an alternative to the current dominant system and reaffirm its social and territorial nature, or else they might end up replicating a systemic financial logic that does not match the socio-spatial reality of the attended communities.
dc.identifier.issn2594-5815
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36859
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Desenvolvimento, Fronteiras e Cidadania
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEconomia
dc.subjectPobreza
dc.subject.otherEspaço
dc.subject.otherMoeda
dc.subject.otherExclusão Financeira
dc.subject.otherDesenvolvimento
dc.subject.otherMoeda Social
dc.titleA dinâmica espacial da exclusão financeira e as moedas sociais
dc.title.alternativeThe spatial dynamics of financial exclusion and the social moneys
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage59
local.citation.issue1
local.citation.spage29
local.citation.volume1
local.description.resumoEste artigo busca delinear os conceitos de exclusão financeira, seus precedentes e consequências a fim de compreender como esse fenômeno, inerentemente espacial, é responsável por limitar o desenvolvimento. A partir de uma abordagem pós-keynesiana, as características espaciais da exclusão financeira serão analisadas, com reflexões sobre o desenvolvimento das regiões no Brasil. O principal argumento é que a exclusão financeira é um fenômeno inerentemente territorial e, como tal, deve ser analisada por essa ótica. Uma vez sob essa abordagem, as iniciativas de Moedas Sociais, como alternativas para mitigação da exclusão financeira, também devem ser analisadas a partir de suas características espaciais. A principal conclusão é que as iniciativas de Moeda Social são inerentemente frágeis, sendo suscetíveis a efeitos externos vindo de outros territórios e, principalmente, a influências e dominância do sistema financeiro formal. Sistemas de Moedas Sociais devem assumir sua identidade como uma alternativa ao sistema dominante e reafirma sua identidade social e territorial, ou então podem acabar replicando uma lógica sistêmica financeira que não condiz com a realidade sócio-espacial das comunidades atendidas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicosonline.uems.br/index.php/fronteiracidadania/article/view/2170

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