Desinfetantes alternativos ao uso de formaldeído para desinfecção de ovos férteis

dc.creatorWinnie Luiza dos Santos Climaco
dc.date.accessioned2019-08-13T06:54:37Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:21Z
dc.date.available2019-08-13T06:54:37Z
dc.date.issued2017-02-21
dc.description.abstractThe present study examined the effect of different disinfection procedures as an alternative to formaldehyde fumigation on eggshell microbial load, eggshell quality, hatching parameters, neonate chick quality and yolk sac contamination of day-old chicks. A total of 10,080 nest clean eggs were collected from a 42-wk-old Cobb commercial breeder flock and randomly distributed in a complete block design composed by the following treatments: paraformaldehyde fumigation (13.33 g/m3/20 min; FF); ozone fumigation (5-10 ppm/20 min; OZF); UV-C light irradiation (254nm ; 6.36 mW/cm2; 60 s; UVI); spraying with hydrogen peroxide (1.56%; 0,69 ml/egg; H2O2), with peracetic acid (0.13%; 0,69 ml/egg; PAA), with water (0,69 ml/egg; wet control; H2OCONT) and no disinfection procedure (dry control; DCONT) Eight samples (pool of four eggs each one) from each treatment were collected to enumerate the presence of Enterobacteriaceae and total aerobic bacteria on the eggshell before and after the disinfection procedure. A total of 24 eggs per group were collected to evaluate the eggshell resistance and thickness. A total of 1,152 eggs per treatment were placed in twelve 96-egg trays to evaluate eggs weight loss during incubation, hatchability, hatchability of fertile eggs, embryo mortality (initial, medium and late), chick weight and percentage of saleable chicks at hatch. The counts of Enterobacteriaceae and total aerobic bacteria present in the yolk sac were performed in thirteen day-old chicks originated from each treatment. No significant reductions were observed in Enterobacteriaceae and total aerobic bacteria population on eggshell between groups before the disinfection (P>0.05). After disinfection, Enterobacteriaceae count on eggshell was not affected by treatments (P>0.05). Only eggs from UVI and FF groups showed significant reduction (P<0.05) on total aerobic bacteria count on eggshell when compared to DCONT after disinfection, and compared to the same groups before the treatments; however, FF group showed greater reduction (P<0.05) than UVI group. It was observed an increase in egg weight loss in eggs from H2O2, PAA and H2OCONT (P<0.05) and no statistical difference (P>0.05) for this variable in eggs from FF, OZF, UVI and DCONT groups. The other variables evaluated in this study were not affected by treatments (P>0.05). It can be concluded that UVI is a potential alternative to disinfect hatching eggs, since it decreased bacterial load on eggshell without affecting hatchability, the percentage of saleable chicks and bacterial load on yolk sac from day-old chick.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ARBHC8
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFumigação
dc.subjectFormaldeído
dc.subjectBactérias aeróbicas
dc.subjectOvos
dc.subjectDesinfecção e desinfetantes
dc.subject.otherPeróxido de hidrogênio
dc.subject.otherLuz UV
dc.subject.otherContagem de bactérias
dc.subject.otherÁcido peracético
dc.subject.otherGallus gallus domesticus
dc.subject.otherOzônio
dc.subject.otherCasca dos ovos
dc.titleDesinfetantes alternativos ao uso de formaldeído para desinfecção de ovos férteis
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Nelson Carneiro Baiao
local.contributor.advisor1Leonardo Jose Camargos Lara
local.contributor.referee1Marcelo Resende de Souza
local.contributor.referee1Carlos Henrique de Figueiredo Vasconcellos
local.contributor.referee1Nelson Rodrigo da Silva Martins
local.contributor.referee1Júlia Sampaio Rodrigues Rocha
local.description.resumoObjetivou-se avaliar o efeito de diferentes procedimentos de desinfecção alternativos à fumigação com formaldeído sobre a redução da contagem microbiana da casca, qualidade de casca, rendimento de incubação, qualidade de pintos neonatos e contaminação microbiana do saco vitelínico de pintos de um dia. Um total de 10.080 ovos de galinhas de 42 semanas de idade, coletados dos ninhos, foi distribuído de maneira aleatória em delineamento em bloco ao acaso, entre os seguintes tratamentos: fumigação com paraformaldeído (13,33g/m3/20 min), fumigação com ozônio (5-10ppm/20 min), irradiação de luz UV-C (254nm; 6,36 mW/cm2; 60 s), pulverização com peróxido de hidrogênio (1,56%; 0,69ml/ovo), pulverização com ácido peracético (0,13%; 0,69ml/ovo), pulverização com água (0,69ml/ovo; controle úmido) e sem desinfecção (controle seco). Oito amostras com quatros ovos cada foram coletadas para contagem de Enterobacteriaceae e bactérias mesófilas aeróbicas totais presentes na casca dos ovos antes e após o momento de desinfecção em cada tratamento. Um total de 24 ovos por grupo foi coletado para avaliações da espessura e resistência da casca. Ao todo, 1.152 ovos de cada tratamento foram incubados, em 12 bandejas de 96 ovos cada, para avaliação dos percentuais de perda de dos ovos durante a incubação, eclodibilidade, eclodibilidade de ovos férteis, mortalidade embrionária (inicial, intermediária e final), peso dos pintos e percentual de pintos vendáveis ao nascimento. A avaliação das contagens de Enterobacteriaceae e bactérias mesófilas aeróbicas totais no saco vitelínico foram realizadas em 13 pintos de um dia de idade, oriundos de cada tratamento. Nenhuma diferença significativa entre os grupos foi encontrada para a contagem de Enterobacteriaceae e bactérias mesófilas aeróbicas totais na casca dos ovos antes da desinfecção (P>0,05). Após a aplicação dos tratamentos, a contagem de Enterobacteriaceae também não foi afetada pelos tratamentos (P>0,05). Somente os ovos dos grupos desinfetados com paraformaldeído e UV apresentaram significativa redução das contagens de bactérias aeróbicas totais quando comparados ao grupo controle e a esses mesmos grupos antes da desinfecção (P<0,05), contudo essa redução foi maior (P>0,05) nos ovos fumigados com formaldeído que nos ovos irradiados com luz UV. Foi observada maior perda de peso nos ovos (P<0,05) pulverizados com peróxido de hidrogênio, ácido peracético e água, e ausência de diferença significativa (P>0,05) para essa variável entre os ovos dos tratamentos formaldeído, ozônio, UV e controle seco. As demais variáveis avaliadas nesse experimento não foram afetadas pelos tratamentos (P>0,05). Por reduzir a contagem microbiana na casca dos ovos, não prejudicar a eclodibilidade, o percentual de pintos vendáveis e os aspectos microbiológicos dos pintos de um dia, a luz UV pode ser considerada um potencial desinfetante substituto ao formaldeído para desinfecção de ovos incubáveis.
local.publisher.initialsUFMG

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