Aporias da pluralidade: como (....) sobre o que ainda não existe

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Resumo

A proposta deste texto remete ao tema trabalhado pelo projeto curatorial da 31ª Bienal de São Paulo. Com o mote “Como [...] coisas que não existem”, a equipe incita-nos a pensar sobre as múltiplas possibilidades de completar essa frase, visando a trazer à tona o dilema da transformação das velhas formas de pensar e compreender que caracterizam o que chamamos de atualidade. A contracapa do catálogo preenche a lacuna com verbos como: falar, imaginar, ver e lutar por coisas que não existem. Da minha perspectiva, tratar de estéticas indígenas é exercitar o preenchimento dessas lacunas. Todavia, o ato de preenchê-las em um evento ou em uma publicação que não se dirige apenas aos “brancos” – como nos chamam a maioria dos ameríndios – torna importante elucidar a partir de qual lugar essas lacunas serão, pelo menos, problematizadas.

Abstract

Assunto

Arte e filosofia, Pensamento crítico, Crítica de arte, Arte e antropologia, Artes

Palavras-chave

Arte e filosofia, Crítica de arte, Arte e antropologia

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https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/688/o/Esteticas_Indigenas_-_ebook.pdf

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