Características da degeneração macular relacionada à idade, forma exsudativa, em pacientes brasileiros

dc.creatorFrederico Braga Pereira
dc.date.accessioned2019-08-14T17:41:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:31Z
dc.date.available2019-08-14T17:41:52Z
dc.date.issued2014-12-19
dc.description.abstractPurpose: To report clinical, angiographic and tomographic features of neovascular age-related macular degeneration (AMD) in Brazilian. Methods: Data were collected from patients with newly diagnosed neovascular AMD. Clinical examination, color and red-free photographs, fluorescein angiography (FA), indocyanine green (ICG) angiogram, and spectral domain optical coherence tomography (OCT) were performed. Eyes were classified as having typical neovascular AMD, polypoidal choroidal vasculopathy (PCV), or retinal angiomatous proliferation (RAP). Results: Two hundred sixty-five eyes of 207 patients were included: 166 (62.6%) eyes had typical neovascular AMD, 65 (24.5%) eyes had PCV, and 34 (12.8%) eyes had RAP. Female patients had a slight predominance (54.6%); RAP had a higher percentage of bilateral active cases, compared to typical neovascular AMD (p = 0.015). The overall mean age was 73.7 years; 113 (54.6%) patients presented arterial hypertension; and 56 (27%) patients were smokers or former smokers. The overall mean visual acuity was 0.71 logMAR (logarithm of the minimum angle of resolution). Most (57.7%) patients were phakic. Regarding OCT data, 32 (12.1%) eyes had serous retinal pigment epithelial detachment (PED) and 214 (80.7%) eyes had fibrovascular PED; the mean foveal subfield macular thickness was significantly lower in eyes with PCV than in eyes with typical neovascular AMD and RAP (p < 0.001). Typical neovascular AMD had a higher percentage of predominantly classic and minimally classic lesions on FA, compared to PCV (p = 0.005). Conclusions: In Brazilian patients PCV and RAP represent 24.5% and 12.8%, respectively, of newly diagnosed neovascular AMD cases. Neovascular AMD subtypes have different FA presentation as well as different mean foveal macular thickness.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9ZGGT3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDoenças retinianas
dc.subjectRetina
dc.subjectFatores de risco
dc.subjectEpidemiologia
dc.subjectEstudo observacional
dc.subjectDegeneração macular
dc.subjectCampos visuais
dc.subjectPacientes
dc.subjectDegeneração macular exsudativa
dc.subjectNeovascularização de Coroide
dc.subjectFatores etários
dc.subjectAcuidade visual
dc.subjectCirurgia
dc.subject.otherNeovascularização de coroide
dc.subject.otherProliferação angiomatosa retiniana
dc.subject.otherRetina
dc.subject.otherAngiofluoresceinografia
dc.subject.otherVasculopatia polipoidal coroideana
dc.subject.otherDegeneração macular
dc.titleCaracterísticas da degeneração macular relacionada à idade, forma exsudativa, em pacientes brasileiros
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Marcio Bittar Nehemy
local.contributor.referee1Sebastiao Cronemberger Sobrinho
local.contributor.referee1Carlos Eduardo dos Reis Veloso
local.contributor.referee1Laurentino Biccas Neto
local.contributor.referee1Francisco Max Damico
local.description.resumoObjetivos: Reportar características clínicas, angiográficas e tomográficas da degeneração macular relacionada à idade (DMRI), forma exsudativa, em pacientes brasileiros. Métodos: Pacientes recém-diagnosticados com DMRI exsudativa foram avaliados neste estudo descritivo observacional. Foram coletados dados referentes ao exame clínico oftalmológico, à retinografia colorida e aneritra, angiografia fluoresceínica (AF), angiografia com indocianina verde (AICV) e tomografia de coerência óptica (OCT) de domínio espectral. Os olhos com DMRI exsudativa foram classificados como tendo DMRI exsudativa típica, vasculopatia polipoidal coroideana (VPC) ou proliferação angiomatosa retiniana (PAR). Resultados: Duzentos e sessenta e cinco olhos de 207 pacientes foram incluídos: 166 (62,6%) olhos apresentaram DMRI neovascular típica, 65 (24,5%) olhos apresentaram VPC e 34 (12,8%) apresentaram PAR. Houve leve predomínio de pacientes do sexo feminino (54,6%). Casos de PAR tiveram percentual maior de lesões ativas bilaterais quando comparados com os de DMRI exsudativa típica (p = 0,015). A média de idade geral foi de 73,7 anos; 113 (54,6%) pacientes apresentaram hipertensão arterial sistêmica; 56 (27%) pacientes eram fumantes ou ex-fumantes. A acuidade visual média foi de 0,71 na escala logarítmica do menor ângulo de resolução (logMAR). A maioria (57,7%) dos pacientes eram fácicos. Em relação a dados de OCT, 32 (12,1%) olhos apresentaram descolamento do epitélio pigmentar (DEP) seroso e 214 (80,7%) olhos apresentaram DEP fibrovascular; a média da espessura macular central foi significativamente menor em olhos com VPC do que em olhos com DMRI exsudativa típica ou PAR (p < 0,001). Olhos com DMRI neovascular típica apresentaram percentual maior de lesões predominantemente clássicas e minimamente clássicas na AF quando comparados à VPC (p = 0,005). Conclusões: VPC e PAR representaram 24,5% e 12,8%, respectivamente, dos casos de DMRI exsudativa recém-diagnosticados em pacientes brasileiros. Os subtipos de DMRI exsudativa se diferenciaram em relação à média da espessura macular central medida pela OCT, além de se diferenciarem em relação à apresentação na AF.
local.publisher.initialsUFMG

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