Abordagem odontológica precoce do respirador bucal
| dc.creator | Claudia Faria Dias Batista | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T05:54:34Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:30:30Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T05:54:34Z | |
| dc.date.issued | 2009-11-28 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUBD-97HJ6A | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Oclusão dentária | |
| dc.subject | Oclusão (Odontologia) | |
| dc.subject | Maloclusão | |
| dc.subject | Respiração bucal | |
| dc.subject.other | Arcada dentária | |
| dc.subject.other | Sinais e sintomas | |
| dc.subject.other | Oclusão dentária | |
| dc.subject.other | Má oclusão | |
| dc.subject.other | Respirador bucal | |
| dc.subject.other | Face | |
| dc.title | Abordagem odontológica precoce do respirador bucal | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Enia Salles Rocha | |
| local.description.resumo | Desde o nascimento a respiração nasal é uma situação vital para o ser humano. Adquirir uma respiração bucal é uma adaptação funcional que gera alterações estruturais tais como problemas na estrutura facial; postural, dentária, perda auditiva e má oxigenação do cérebro, dificultando a atenção. Este estudo avaliou 20 crianças de 3 a 10 anos de idade com diagnóstico de respiração bucal encaminhados pelas pediatras do Centro de Saúde Leopoldo Crisóstomo de Castro (CSLC). Os pais ou responsáveis responderam um questionário e as crianças examinadas pela pesquisadora no consultório do CSLC. Os casos diagnosticados com alterações foram encaminhados para psicólogos,fonoaudiólogos, otorrinolaringologistas e cursos de ortodontia. Solicitou-se um retorno de 6 meses. Nos resultados observou-se que todas as crianças usaram chupeta por um tempo médio de 3 anos, dormem de boca entreaberta; 75% foram amamentadas no seioe têm sono agitado; 58% mastigam de boca aberta e apresentam olheiras; metade delas ronca a apresenta cansaço diurno; 41,6% roem unha, rangem os dentes, têm problemas de adenóide e sangramento gengival durante a escovação; 33,3% precisam de líquido para ajudar na deglutição, chupam dedo, babam no travesseiro, tem crises freqüentes de dor de garganta e dificuldade de concentração; 16,6% apresentam palidez e problemas de aprendizado e nenhuma tem otites de repetição. Ao exame clínico, observou-se que as mais freqüentes alterações foram deglutição atípica/adaptada; cabeça mal posicionada em relação ao pescoço; presença de olheiras; língua hipotônica e com postura anormal e muito magras. Conclui-se que os respiradores bucais apresentam um conjunto de características faciais e corporais que permite identificá-los precocemente e que o êxito do tratamento depende de um diagnóstico certo e preciso e da execução de um plano de trabalho multidisciplinar. Quanto mais cedo for feita a intervenção, maissatisfatórios os resultados e menores os efeitos deletérios sobre a qualidade de vida dos pacientes | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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