Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/74819
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dc.contributor.advisor1Luciana De Michelis Mendonçapt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2685852233471121pt_BR
dc.contributor.advisor-co1Isadora Gomes Alves Marianopt_BR
dc.contributor.referee1Barbara Alice Junqueira Murtapt_BR
dc.contributor.referee2Mickaelly Yanaê Gomes Bezerrapt_BR
dc.creatorIsabelle Araújo Trancosopt_BR
dc.date.accessioned2024-08-23T13:41:43Z-
dc.date.available2024-08-23T13:41:43Z-
dc.date.issued2024-06-22-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/74819-
dc.description.abstractIntroduction: The theory of biotensegrity emphasizes that the integration of the musculoskeletal system is composed of a dynamic network of tension forces that allow a transmission of mechanical forces along the kinetic chain, which is fundamental to the stability, mobility and success of human movement. For good joint stability it is crucial to acquire information from the mechanoreceptors present in muscles, ligaments, tendons and joint capsules. And along with joint mobility, which is defined by the degrees of freedom of the joints, allows the adaptation and execution of a wide range of movements necessary for sports performance, while global stability coordinates these movements in a controlled manner optimizing the efficiency of movement, the movement, the which presumes the existence of the interdependence between mobility and stability for safe and effective execution in the sports context. Objective: To review the literature on the relation between joint mobility and overall stability in sports performance. Methods: This is a literature review, carried out using the PUBMED, /Medline, Physiotherapy Evidence Database (PEDro) and SciELO databases, searched electronically between May 2023 and November 2023. Results: Sixteen studies were analyzed, originating from a sample of n = 863 athletes from different categories, aged 13 to 50 years, among the articles that were categorized according to sex, obtaining a total of 276 female athletes and 390 male athletes. Recreational, school, university and professional athletes from different modalities were included, namely Handball 16.11% (n = 139), Basketball 13.9% (n = 120), Tennis 10.31% (n = 89), Football 10.2% (n = 88), Volleyball 9.73% (n = 84), Rugby 7.3% (n = 63), Netball 4.52% (n = 39), Baseball 6.03% (n = 52), Runners 6.03% (n = 52), university basketball with unspecified modality 13.67% (n = 118) and basketball with unspecified modality 2.2% (n = 9). Among these studies, it was observed that in 87.5% (n=14) there was a relationship between the tests applied for mobility and stability and the tests used to analyze the athletes' sports performance, identified through the analysis of the mean significance presented in each article (p=0.012) and the mean of the correlations obtained in the weighted articles (r=0.488 and r=-0.445). Conclusion: It is concluded that there is an association between global stability and the performance of athletes, since the articles that make up this review demonstrated that there is a relationship between better scores in stability tests and better results in tests related to sports performance, as well as the influence of mobility on the biomechanics of the tests, sports movements and risk of injury.pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A teoria da biotensegridade enfatiza que a integração do sistema musculoesquelético é composto por uma rede dinâmica de forças de tensão que permitem uma transmissão de forças mecânicas ao longo da cadeia cinética, o que é fundamental para a estabilidade, mobilidade e êxito do movimento humano. Para uma boa estabilidade articular é crucial adquirir informações dos mecanorreceptores presentes em músculos, ligamentos, tendões e cápsulas articulares. E junto a mobilidade articular, que é definida pelos graus de liberdade das articulações, possibilita a adaptação e execução de uma ampla gama de movimentos necessários para o desempenho esportivo, enquanto a estabilidade global coordena esses movimentos de forma controlada otimizando a eficiência do movimento, o que presume a existência da interdependência entre mobilidade e estabilidade para a execução segura e eficaz no contexto esportivo. Objetivo: Realizar uma revisão de literatura que aponte a relação da mobilidade articular e da estabilidade global no desempenho esportivo. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura, realizada através da base de dados PUBMED, /Medline, Physiotherapy Evidence Database (PEDro) e SciELO, pesquisadas eletronicamente no período de maio de 2023 e novembro de 2023. Resultados: Foram analisados 16 estudos, obtendo uma amostra de n= 863 atletas de diferentes modalidades, com idade de 13 até 50 anos, dentre os artigos que categorizaram de acordo com o sexo, obteve um total de 276 atletas do sexo feminino e 390 atletas masculinos. Foi contemplado atletas recreacionais, escolares, universitários e profissionais, de diferentes modalidades, sendo elas o Handebol 16,11% (n=139), Basquete 13,9% (n=120), Tênis 10,31% (n=89), Futebol 10,2% (n=88), Vôlei 9,73% (n=84), Rugby 7,3% (n=63), Netball 4,52% (n=39), Beisebol 6,03% (n=52), Corredores 6,03% (n=52), atletas universitários com modalidade não especificada 13,67% (n=118) e atletas com modalidade não especificada 2,2% (n=9). Dentre esses estudos, foi observado que em 87,5% (n=14) houve relação dos testes aplicados para mobilidade e para estabilidade com os testes utilizados para analisar o desempenho esportivo dos atletas, identificado através da análise da média de significância apresentada em cada artigo (p= 0,012) e da média das correlações obtidas nos artigos ponderados (r= 0,488 e r=-0,445). Conclusão: Conclui-se que há uma associação entre estabilidade global com o desempenho dos atletas, uma vez que os artigos que compõe esta revisão demonstraram que há uma relação entre melhores scores nos testes de estabilidade melhor os resultados nos testes relacionados ao desempenho esportivo, bem como a influência da mobilidade na biomecânica dos testes, movimentos esportivos e risco de lesão.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
dc.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAtletapt_BR
dc.subjectDesempenho atléticopt_BR
dc.subjectAmplitude de movimentopt_BR
dc.subjectEstabilidadept_BR
dc.subject.otherAtletaspt_BR
dc.subject.otherDesempenhopt_BR
dc.subject.otherArticulações - Amplitude de movimentopt_BR
dc.subject.otherEstabilidadept_BR
dc.titleA influência da mobilidade articular e da estabilidade global no desempenho do atletapt_BR
dc.typeMonografia (especialização)pt_BR
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