Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1843/JSSS-86JQ52
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisor1Maria Angelica Melendi de Biasizzopt_BR
dc.contributor.referee1Patricia Dias Francapt_BR
dc.contributor.referee2Edson Rosa da Silvapt_BR
dc.creatorHelio Alvarenga Nunespt_BR
dc.date.accessioned2019-08-12T00:47:22Z-
dc.date.available2019-08-12T00:47:22Z-
dc.date.issued2009-12-21pt_BR
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1843/JSSS-86JQ52-
dc.description.abstractFrom the study of clearly institutional exhibition catalogs according to the relationship they produce in the library, this study introduces the concept / teaser painting for catalogs and checks its possibility retaking the discussion of art as photography, neglected in its most universaloutbreak. From the photographed painting and the perception that the museum succumbs to an array of values which edge is the value of archiving, seeks to determine the characteristics of the new relationship of art to its archive in our digital age, bringing a problem into this relationship according to non-conciliatory dialectics, inspired by Benjamin, always looking for the prospect of reanimation before the reification which gets only partial success.For this, this study operationalizes the concept of Malraux's musée imaginaire, defending it against Crimps criticism, transporting it to the present time, sharpening its duplicity and reworking the concepts of resurrection and photographic recreation to propose an engagementwhich is to continue producing (concept derived from Foster) an art characterized by the diffusion (light metaphor) and diminution (concept derived from Benjamin). This production is marked by the possibility of a double substitution with a concomitant double registration of the artwork, which makes the distinction between original and copy unimportantand even undesirable, since the original values defense generally guarantees the free movement of power-knowledge in diagrammatic spaces identified as catalog factories. To probe the operation of these factories and propose leaks, build another catalog definition based onthe archive concept, according to Derridas and Foucaults concepts, and searching for usage alternatives. It explicits, then these issues in the artistic context of Belo Horizonte, using some artists texts marked by informality.pt_BR
dc.description.resumoA partir do estudo de catálogos de exposição evidentemente institucionais segundo as relações que produzem dentro da biblioteca, introduz o conceito/provocação pintura para catálogos e verifica sua possibilidade retomando a discussão da arte como fotografia, negligenciada em seu surto mais universal. A partir da pintura fotografada e da percepção de que o museu sucumbe a um vetor de valores cuja ponta é o valor de arquivamento, busca determinaras características da nova relação da arte com seu arquivo em nossa era digital, problematizando tal relação segundo dialéticas não conciliatórias inspiradas em Benjamin, sempre procurando a perspectiva da reanimação ante a reificação no que obtém apenas sucesso parcial.Para isso, operacionaliza o conceito de museu imaginário de Malraux, defendendo-o ante as críticas de Crimp, transportando-o para o tempo presente, aguçando sua dubiedade e retrabalhando as noções de ressurreição e recriação fotográfica para propor uma pauta de engajamento que consiste em seguir-produzindo (conceito derivado de Foster) uma arte caracterizada pela difusão (metáfora luminosa) e pela diminuição (conceito derivado de Benjamin).Tal produção é marcada pela possibilidade de uma dupla substituição concomitante a um duplo registro da obra de arte, o que torna a distinção entre original e cópia desimportante e até indesejável, visto que a defesa dos valores do original geralmente garante o livremovimento do poder-saber em espaços diagramáticos identificados como fábricas de catálogo.Para sondar o funcionamento dessas fábricas e propor escapes, constrói outra definição de catálogo baseada no conceito de arquivo, segundo as concepções de Derrida e Foucault, e busca alternativas de uso. Explicita, então, essas questões no contexto artístico de Belo Horizonte, recorrendo a alguns textos de artista marcados pela informalidade.pt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Geraispt_BR
dc.publisher.initialsUFMGpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectcatálogo de exposiçãopt_BR
dc.subjectarquivopt_BR
dc.subjectmuseupt_BR
dc.subjectmuseu imagináriopt_BR
dc.subjectpinturapt_BR
dc.subjectfotografiapt_BR
dc.subject.otherMuseu imagináriopt_BR
dc.subject.otherArte Psicologiapt_BR
dc.subject.otherCatálogo de exposiçõespt_BR
dc.subject.otherFotografia de arte Catálogospt_BR
dc.subject.otherArte e fotografiapt_BR
dc.subject.otherCatálogospt_BR
dc.subject.otherCriação (Literária, artística, etc)pt_BR
dc.subject.otherArtept_BR
dc.subject.otherSistemas de recuperação da informação Arquivospt_BR
dc.subject.otherArquivospt_BR
dc.titlePintura para catálogos: Notas sobre o arquivamento da artept_BR
dc.typeDissertação de Mestradopt_BR
Appears in Collections:Dissertações de Mestrado

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
nunes_ha_pintura_para_catalogos_2010_ebook.pdf7.77 MBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.