Alegoria redimida em Walter Benjamin
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Tipo
Dissertação de mestrado
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Membros da banca
Graciela Ines Ravetti de Gomez
Márcio Orlando Seligmann Silva
Márcio Orlando Seligmann Silva
Resumo
Este estudo apresenta o decurso da alegoria na obra benjaminiana circunscrevendo a investigação a três momentos principais: o livro Origem do drama barroco alemão, em que a alegoria é resgatada do esquecimento e, considerando a significativa expressividade do luto (Trauer) e da melancolia na constituição do teatro barroco, ganha um lugar cativo no âmbito estético, bem como, além disso, funciona como representação da história na perspectiva de literatos do século XVII; Rua de mão única, em que Benjamin faz uso de recursos das vanguardas, sobretudo, do surrealismo para construir um amálgama de expressão artística e crítica de cultura, uma obra que pode ser lida como uma alegoria per se; e por último, o olhar sobre as transformações vistas na Paris do século XIX nas Passagens, de forma semelhante àquela investigação a respeito do drama barroco, em que o alegórico aparece como importante elemento constituinte de sua análise, em especial, a partir da poética de Baudelaire. Assim, considerando três momentos fundamentais da empreitada crítica e filosófica benjaminiana, analiso como a alegoria, inicialmente tomada como objeto de estudo, se torna, a certa altura, um significante constituinte de seu procedimento crítico.
Abstract
Assunto
Alegorias, Benjamin, Walter, 1892-1940 Passagens Crítica e interpretação, Melancolia na literatura, Literatura barroca História e crítica, Benjamin, Walter, 1892-1940 Rua de mão única Crítica e interpretação, Literatura Estética, Crítica, Benjamin, Walter, 1892-1940 Origem do drama barroco alemão Crítica e interpretação
Palavras-chave
crítica, alegoria, estética