Alegoria redimida em Walter Benjamin

dc.creatorAnderson Borges
dc.date.accessioned2019-08-13T09:08:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:38Z
dc.date.available2019-08-13T09:08:17Z
dc.date.issued2012-01-31
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8R3HX8
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlegorias
dc.subjectBenjamin, Walter, 1892-1940 Passagens Crítica e interpretação
dc.subjectMelancolia na literatura
dc.subjectLiteratura barroca História e crítica
dc.subjectBenjamin, Walter, 1892-1940 Rua de mão única Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura Estética
dc.subjectCrítica
dc.subjectBenjamin, Walter, 1892-1940 Origem do drama barroco alemão Crítica e interpretação
dc.subject.othercrítica
dc.subject.otheralegoria
dc.subject.otherestética
dc.titleAlegoria redimida em Walter Benjamin
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Elcio Loureiro Cornelsen
local.contributor.referee1Graciela Ines Ravetti de Gomez
local.contributor.referee1Márcio Orlando Seligmann Silva
local.description.resumoEste estudo apresenta o decurso da alegoria na obra benjaminiana circunscrevendo a investigação a três momentos principais: o livro Origem do drama barroco alemão, em que a alegoria é resgatada do esquecimento e, considerando a significativa expressividade do luto (Trauer) e da melancolia na constituição do teatro barroco, ganha um lugar cativo no âmbito estético, bem como, além disso, funciona como representação da história na perspectiva de literatos do século XVII; Rua de mão única, em que Benjamin faz uso de recursos das vanguardas, sobretudo, do surrealismo para construir um amálgama de expressão artística e crítica de cultura, uma obra que pode ser lida como uma alegoria per se; e por último, o olhar sobre as transformações vistas na Paris do século XIX nas Passagens, de forma semelhante àquela investigação a respeito do drama barroco, em que o alegórico aparece como importante elemento constituinte de sua análise, em especial, a partir da poética de Baudelaire. Assim, considerando três momentos fundamentais da empreitada crítica e filosófica benjaminiana, analiso como a alegoria, inicialmente tomada como objeto de estudo, se torna, a certa altura, um significante constituinte de seu procedimento crítico.
local.publisher.initialsUFMG

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