Efeitos da utilização de antidepressivos no desenvolvimento fetal

dc.creatorJerusa Fernandes de Amarante
dc.date.accessioned2020-10-23T19:56:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:45:12Z
dc.date.available2020-10-23T19:56:28Z
dc.date.issued2020-09-16
dc.description.abstractAnxiety and depression are common during pregnancy, affecting up to 8 and 12% of pregnant women, respectively. Therefore, the phenotypes in offspring may be affected throughout life. An increasing number of pregnant women receive antidepressant medications to treat these affective disorders, and the use of these medications in pregnancy is associated with long-term adverse risks for children, such as impaired neuromotor development, and the development of psychiatric disorders in adult life. Those effects are associated with the fact that these drugs cross a placental barrier, leaving the susceptible fetus during this highly plastic stage of development of the central nervous system. However, depression and anxiety disorders during pregnancy also predispose the offspring to developmental delays and an increased propensity to psychiatric disorders throughout life. For these reasons, the abandonment of treatment by the pregnant woman can be even more harmful to the fetus. The present work aims to carry out a narrative review of the risks and benefits of medication use by pregnant women and the subsequent effects on their offspring.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34305
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subjectAntidepressivos
dc.subjectGravidez
dc.subjectDesenvolvimento embrionário e fetal
dc.subject.otherantidepressivos
dc.subject.otherriscos
dc.subject.othergestação
dc.subject.otherdesenvolvimento fetal
dc.subject.otherprole
dc.titleEfeitos da utilização de antidepressivos no desenvolvimento fetal
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Daniele Cristina de Aguiar
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4058808260828083
local.contributor.referee1Antônio Carlos Pinheiro de Oliveira
local.contributor.referee1Juliana dos Reis Bastos
local.description.resumoAnsiedade e depressão são comuns durante a gravidez, afetando até 8 e 12% das mulheres grávidas, respectivamente. A presença desses transtornos pode alterar fenótipos na prole e o desenvolvimento ao longo da vida. Um número crescente de mulheres grávidas recebe medicamentos antidepressivos para tratar esses distúrbios afetivos, e o uso desses medicamentos na gravidez são associados a riscos adversos a longo prazo para crianças, como por exemplo, comprometimento do desenvolvimento neuromotor, e o desenvolvimento de transtornos psiquiátricos na vida adulta. Tais consequências são decorrentes do fato que esses fármacos atravessam a barreira placentária, deixando o feto susceptível durante esse estágio de desenvolvimento altamente plástico do sistema nervoso central. Porém os distúrbios da depressão e ansiedade durante a gestação também predispõem a prole a atrasos no desenvolvimento e maior probabilidade de desenvolver distúrbios psiquiátricos na vida adulta. Assim, o abandono do tratamento pela gestante pode ser ainda mais prejudicial ao feto. O presente trabalho tem por objetivo realizar uma revisão narrativa sobre os riscos e benefícios do uso de antidepressivos pela gestante e os efeitos subsequentes na prole.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Farmacologia

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