Diferenças de gênero no processo de construção das identidades socioprofissionais nas áreas da saúde e da engenharia

dc.creatorAdriane Vieira
dc.creatorAlexandre de Pádua Carrieri
dc.creatorPlínio Rafael Reis Monteiro
dc.creatorFátima Ferreira Roquete
dc.creatorLuiz Carlos Brant Carneiro
dc.creatorVanessa de Almeida Guerra
dc.date.accessioned2023-05-03T19:18:18Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:19:14Z
dc.date.available2023-05-03T19:18:18Z
dc.date.issued2016
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2177-2371
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52764
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro de estudos organizacionais da ANPAD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIdentidade profissional
dc.subjectProfissões
dc.subjectGênero humano
dc.subjectÁrea Programática de Saúde
dc.subjectEngenharia
dc.subject.otherIdentidade
dc.subject.otherProfissão
dc.subject.otherGênero
dc.subject.otherÁrea da saúde
dc.subject.otherÁrea da engenharia
dc.titleDiferenças de gênero no processo de construção das identidades socioprofissionais nas áreas da saúde e da engenharia
dc.title.alternativeGender differences in the construction process of socio-professional identities in health and engineering areas
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage15
local.citation.issue9
local.citation.spage1
local.description.resumoO objetivo do trabalho foi comparar as percepções sobre a identidade socioprofissional de estudantes de cursos de graduação predominantemente femininos, da área da saúde, e masculinos da área de engenharia. O método de investigação escolhido foi o estudo transversal por meio de levantamento (survey). A amostra somou 502 estudantes. Os dados foram coletados por meio de questionário, utilizando-se como técnica de análise a estatística descritiva e análise fatorial exploratória e modelagem de equações estruturais com abordagem multigrupos. Os respondentes do gênero masculino da área de engenharia totalizam 68% e os do gênero feminino da área da saúde 89%. Quanto à renda familiar mensal, 41% dos estudantes da engenharia possuem renda de R$10.200,00 ou mais, enquanto na saúde eles somam apenas 8%. As dimensões que descrevem ‘bem’ as profissões das duas áreas são: ‘dinamismo’ e ‘tecnicidade’. Os estudantes da área saúde acrescentaram: ‘esforço’ e ‘ética’. As dimensões dedicação e subordinação apresentaram médias maiores na saúde. No que se refere à heteropercepção, as dimensões que tiveram média mais baixa na área de engenharia foram: ‘dedicação’ e ‘subordinação’ e na área da saúde foi ‘reconhecimento’. Os resultandos permitiram concluir que as profissões da saúde ainda estão associadas a atributos associados ao gênero feminino (dedicação e subordinação), e que carecem de valorização e reconhecimento pela sociedade. Além disso, o baixo rendimento das famílias tende a se perpetuar pela escolha de profissões que, historicamente foram construídas como ‘de mulheres’, e que estão associadas a baixos salários.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7552-5491
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8552-8717
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5626-2945
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0515-380X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0495-789X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://arquivo.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=&cod_evento_edicao=82&cod_edicao_subsecao=1287&cod_edicao_trabalho=20709

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