Se me der licença, eu entro; se não der, eu vou embora: patrimônio e identidade na comunidade quilombola Chacrinha dos Pretos (Belo Vale / MG)
Carregando...
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Marcos Andre Torres de Souza
Marcia Bezerra de Almeida
Marcia Bezerra de Almeida
Resumo
Nesta dissertação, eu analiso pelo viés da Arqueologia Pública o papel que o patrimônio arqueológico desempenhou na construção da identidade quilombola da comunidade Chacrinha dos Pretos, localizada no município de Belo Vale em Minas Gerais. Esta pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de questionar a ideia de que o patrimônio arqueológico é essencialmente físico e estático e que pode ser dissociado das relações e práticas socioculturais que ele envolve e nas quais ele atua. Sendo assim, este trabalho defende uma Arqueologia Descolonizante e critica a prática arqueológica desenvolvida no país que, por entender o patrimônio arqueológico como entidade física, acaba reproduzindo e reforçando o discurso nacionalista e colonialista do Estado.
Abstract
In this dissertation I analyze with the Public Archaeologys bias the role that the archaeological heritage has played in building the maroon identity of Chacrinha dos Pretos community, located at Belo Vale, Minas Gerais. This research was developed with the aim of questioning the idea that archaeological heritage is essentially physical and static and that it can be decoupled from the socio-cultural relations and practices that it involves and where it acts. In this sense, this research advocates for a Decolonial Archaeology and criticizes the archaeological practice in Brazil that understand the archaeological heritage as a physical entity, reproducing and reinforcing the nationalist and colonial discourse of State.
Assunto
Arqueologia, Antropologia, Cultura material
Palavras-chave
Neocolonialismo, Patrimônio arqueológico, Arqueologia pública, Arqueologia descolonizante