Se me der licença, eu entro; se não der, eu vou embora: patrimônio e identidade na comunidade quilombola Chacrinha dos Pretos (Belo Vale / MG)

dc.creatorCaroline Murta Lemos
dc.date.accessioned2019-08-09T23:34:15Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:01:10Z
dc.date.available2019-08-09T23:34:15Z
dc.date.issued2014-01-25
dc.description.abstractIn this dissertation I analyze with the Public Archaeologys bias the role that the archaeological heritage has played in building the maroon identity of Chacrinha dos Pretos community, located at Belo Vale, Minas Gerais. This research was developed with the aim of questioning the idea that archaeological heritage is essentially physical and static and that it can be decoupled from the socio-cultural relations and practices that it involves and where it acts. In this sense, this research advocates for a Decolonial Archaeology and criticizes the archaeological practice in Brazil that understand the archaeological heritage as a physical entity, reproducing and reinforcing the nationalist and colonial discourse of State.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-9Q3GAX
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArqueologia
dc.subjectAntropologia
dc.subjectCultura material
dc.subject.otherNeocolonialismo
dc.subject.otherPatrimônio arqueológico
dc.subject.otherArqueologia pública
dc.subject.otherArqueologia descolonizante
dc.titleSe me der licença, eu entro; se não der, eu vou embora: patrimônio e identidade na comunidade quilombola Chacrinha dos Pretos (Belo Vale / MG)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Andres Zarankin
local.contributor.referee1Marcos Andre Torres de Souza
local.contributor.referee1Marcia Bezerra de Almeida
local.description.resumoNesta dissertação, eu analiso pelo viés da Arqueologia Pública o papel que o patrimônio arqueológico desempenhou na construção da identidade quilombola da comunidade Chacrinha dos Pretos, localizada no município de Belo Vale em Minas Gerais. Esta pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de questionar a ideia de que o patrimônio arqueológico é essencialmente físico e estático e que pode ser dissociado das relações e práticas socioculturais que ele envolve e nas quais ele atua. Sendo assim, este trabalho defende uma Arqueologia Descolonizante e critica a prática arqueológica desenvolvida no país que, por entender o patrimônio arqueológico como entidade física, acaba reproduzindo e reforçando o discurso nacionalista e colonialista do Estado.
local.publisher.initialsUFMG

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