Governança corporativa, conflito de agência principal-principal e valor da firma em empresas brasileiras de capital aberto

dc.creatorMariana C. Coelho Silva Castro
dc.creatorNiara Gonçalves da Cruz
dc.creatorLaura Edith Taboada Pinheiro
dc.date.accessioned2024-01-19T12:53:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:15:13Z
dc.date.available2024-01-19T12:53:29Z
dc.date.issued2018
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63104
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Brasileiro de Administração e Contabilidade
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGovernança corporativa
dc.subject.otherGovernança corporativa
dc.subject.otherConflito de agência principal-principal
dc.subject.otherValor da empresa
dc.titleGovernança corporativa, conflito de agência principal-principal e valor da firma em empresas brasileiras de capital aberto
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage15
local.citation.issue9
local.citation.spage1
local.description.resumoA discussão sobre governança corporativa parte da hipótese de que os mecanismos de governança influenciam o desempenho das empresas. Em essência, a questão básica nas pesquisas é saber se o valor de mercado das companhias é determinado por mecanismos internos ou externos de governança. A presente pesquisa teve como objetivo analisar se a adoção de melhores práticas de governança corporativa, bem como o conflito de interesse entre acionistas majoritários e minoritários, pode afetar o valor das empresas brasileiras de capital aberto. Para isso, foram analisadas 179 empresas brasileiras com ações negociadas na B3 no período de 2013 a 2017. Os dados foram obtidos no site da B3 e por meio do banco de dados Quantum Axis. Para a análise da relação entre governança corporativa, conflito de interesse principal-principal e valor da empresa, foram utilizadas as proxies: valor de mercado das ações, listagem em um dos níveis diferenciados de governança corporativa e valor de mercado das ações da empresa. Adicionalmente, foram utilizadas as seguintes variáveis de controle: tamanho da empresa; desempenho; endividamento; e recessão. Com base nos resultados, pode-se concluir que o valor da empresa pode ser influenciado positivamente pela listagem da empresa em níveis diferenciados de governança corporativa e pelo seu tamanho e, negativamente, pelo seu grau de alavancagem. Além disso, não foi evidenciada, para a amostra analisada, a influência da concentração acionária e do retorno sobre o total de ativos no valor de mercado das empresas. Já em relação à recessão econômica, pode-se observar que uma influencia negativa no valor de mercado, nas empresas analisadas, permitindo inferir que essas instituições não são imunes a alterações do seu ambiente externo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://adcont.net/index.php/adcont/adcont2018/paper/viewFile/2956/909

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