Das narrativas planificadoras às práticas espaciais: expressões, inflexões e oposições no rural e no urbano da Índia pós-independência
| dc.creator | Luiz Felype Gomes de Almeida | |
| dc.date.accessioned | 2021-01-21T12:17:39Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:08:06Z | |
| dc.date.available | 2021-01-21T12:17:39Z | |
| dc.date.issued | 2020-09-29 | |
| dc.description.sponsorship | CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/34819 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject.other | Planejamento | |
| dc.subject.other | Estado | |
| dc.subject.other | Planos Quinquenais | |
| dc.subject.other | Índia | |
| dc.subject.other | Urbano-rural | |
| dc.subject.other | Cidades inteligentes | |
| dc.subject.other | Terras comuns | |
| dc.title | Das narrativas planificadoras às práticas espaciais: expressões, inflexões e oposições no rural e no urbano da Índia pós-independência | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Sudhir Chella Rajan | |
| local.contributor.advisor-co1 | Sudhir Chella Rajan | |
| local.contributor.advisor1 | Roberto Luís de Melo Monte-Mór | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/4959770471560277 | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/5352563946590004 | |
| local.description.resumo | A presente tese decodifica um projeto, qual seja ele, o de construção de uma “nova” Índia no período pós independência. Este projeto, conforme argumentamos, tem como base a reformulação articulada dos níveis de abstração lefebvrianos (Estado, cidade, campo e práticas cotidianas). Nesses termos, o trabalho versa sobre as transformações concebidas pelo Estado na caracterização e articulação do espaço urbano e rural da Índia contemporânea, bem como sobre as expressões e manifestações percebidas e vividas em tal espaço e que o constituem de uma outra maneira. A dicotomia campo-cidade, abrangida pelas possibilidades e lacunas da ruralidade, da urbanidade e do desenvolvimento do modo de produção capitalista, assume grande protagonismo no presente texto. Complementarmente, a tese versa sobre as modificações impostas e provocadas no próprio agente abstrato de transformação, a saber, o Estado indiano. O fato da Índia, seguindo o padrão soviético, adotar um modelo de planejamento central como prática política-estatal desde a independência foi fundamental para a análise. Desse modo, possuindo um documento que “fala sobre tudo” – O Plano Quinquenal - foi possível traçar um desenho das inflexões observadas tanto no agente institucional quanto nas espacialidades ora discutidas. O alinhamento de discursos e seu resultado na formatação do “novo” Estado ou do Estado neoliberal indiano fornece as bases daquilo que denomino em minha análise como “espaço de miragem”. Reconstituído no contexto de crise e escassez, tal Estado, a partir de diferentes estratégias, mostra-se como uma ilusão de ótica. Nesses termos, argumento que a compreensão das narrativas planificadoras é fundamental para se entender os elementos centrais da “nova” Índia. A partir desse argumento, aponto para as expressões que identificam – criam identidades - às espacialidades materiais e sociais em discussão. No ambiente urbano, percebo que a expressão significante principal diz respeito à referência ao processo de urbanização como motor do crescimento econômico neoliberal e da cidade como plataforma principal de atração do capital internacional. No ambiente rural, por sua vez, nota-se uma caminhada rumo à incorporação do campo – produtivo e fundiário – à lógica produtiva e mercantil do espaço. Os estudos de caso que compõem a discussão permitem uma compreensão mais profunda das análises realizadas. Nas contradições da Missão Cidade Inteligente realizada em Chennai e na luta pelo comum da vila de Mendha-Lekha, as novas significações do urbano, do rural e do Estado indiano manifestam-se de maneira articulada. Ao mesmo tempo, tais experiências apontam, direta ou indiretamente, para caminhos de resistência ao projeto ora decodificado. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ARQ - DEPARTAMENTO DE URBANISMO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo |