Sobre restos e trapos: a disfunção na poesia de Manoel de Barros
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Georg Otte
Reinaldo Martiniano Marques
Maria Ângela de Araújo Resende
Mariza Martins Furquim Werneck
Reinaldo Martiniano Marques
Maria Ângela de Araújo Resende
Mariza Martins Furquim Werneck
Resumo
A partir de uma reflexão em torno das noções de 'inutensílio' e de 'desutilidade', introduzidas pelo poeta para definir, inicialmente, seu fazer poético, e associando-as ao que não possui (ou não apresenta mais) uma função, esta tese busca analisar as obras de Manoel de Barros acompanhando-as em um percurso que transita da 'desutilidade' para a 'disfunção', termo introduzido pelo poeta em Tratado Geral das Grandezas do Ínfimo. A hipótese que se procura verificar é a de que a 'disfunção lírica' de que fala Barros oferece condições para se escapar da cristalizada dicotomia entre funcional e não-funcional. Nessa investigação, recorre-se à concepção de 'limiar' trabalhada por Walter Benjamin, a qual permite superar a mera oposição dos termos, inter-relacionando-os.
Abstract
Assunto
Poesia brasileira História e crítica, Barros, Manuel de, 1916- Crítica e interpretação
Palavras-chave
disfunção, restos e trapo, Manoel de Barros