Sobre restos e trapos: a disfunção na poesia de Manoel de Barros

dc.creatorJose Ricardo Guimaraes de Sousa
dc.date.accessioned2019-08-10T05:35:54Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:08:50Z
dc.date.available2019-08-10T05:35:54Z
dc.date.issued2013-11-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-9D8M69
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPoesia brasileira História e crítica
dc.subjectBarros, Manuel de, 1916- Crítica e interpretação
dc.subject.otherdisfunção
dc.subject.otherrestos e trapo
dc.subject.otherManoel de Barros
dc.titleSobre restos e trapos: a disfunção na poesia de Manoel de Barros
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Sabrina Sedlmayer Pinto
local.contributor.advisor1Ana Maria Clark Peres
local.contributor.referee1Georg Otte
local.contributor.referee1Reinaldo Martiniano Marques
local.contributor.referee1Maria Ângela de Araújo Resende
local.contributor.referee1Mariza Martins Furquim Werneck
local.description.resumoA partir de uma reflexão em torno das noções de 'inutensílio' e de 'desutilidade', introduzidas pelo poeta para definir, inicialmente, seu fazer poético, e associando-as ao que não possui (ou não apresenta mais) uma função, esta tese busca analisar as obras de Manoel de Barros acompanhando-as em um percurso que transita da 'desutilidade' para a 'disfunção', termo introduzido pelo poeta em Tratado Geral das Grandezas do Ínfimo. A hipótese que se procura verificar é a de que a 'disfunção lírica' de que fala Barros oferece condições para se escapar da cristalizada dicotomia entre funcional e não-funcional. Nessa investigação, recorre-se à concepção de 'limiar' trabalhada por Walter Benjamin, a qual permite superar a mera oposição dos termos, inter-relacionando-os.
local.publisher.initialsUFMG

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