O fragmento, o trágico e o singular: obscenidades do discurso amoroso de Roland Barthes
| dc.creator | Rafael Lovisi Prado | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T23:22:51Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:26:38Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T23:22:51Z | |
| dc.date.issued | 2012-03-27 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-8STNJZ | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Amor Aspectos psicológicos | |
| dc.subject | Filosofia francesa Séc XX | |
| dc.subject | Língua francesa Análise do discurso | |
| dc.subject | Amor na literatura | |
| dc.subject | Barthes, Roland, 1915-1980 Fragmentos de um discurso amoroso Crítica e interpretação | |
| dc.subject.other | obsceno | |
| dc.subject.other | discurso amoroso | |
| dc.subject.other | Barthes | |
| dc.title | O fragmento, o trágico e o singular: obscenidades do discurso amoroso de Roland Barthes | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Ana Maria Clark Peres | |
| local.contributor.referee1 | Marcia Maria Valle Arbex | |
| local.contributor.referee1 | Maurício Salles de Vasconcelos | |
| local.description.resumo | Este trabalho consiste em uma abordagem do livro 'Fragmentos de um discurso amoroso', de Roland Barthes, na qual se busca retomar e ampliar a tese do autor sobre a 'obscenidade' do discurso amoroso no sentido de pensá-la tendo em vista três aspectos específicos pertencentes ao mesmo: primeiramente, explora-se sua forma, o 'fragmento', como uma tentativa de se subverter o 'continuum' das narrativas lineares, o pensamento do Um e suas hipóstases; em segundo, ocupa-se de sua dimensão 'trágica' - o discurso amoroso é tomado, à luz da filosofia de Nietzsche, como uma alternativa à racionalidade teórica por tornar possível um saber baseado nos instintos artísticos; e, por último, investiga-se a enunciação amorosa através daquilo que o pensador Félix Guattari denominou de 'produção de singularidades', ou seja, as maneiras através das quais podemos produzir modos de subjetividade (de existência) que escapem aos processos de subjetivação serializados do capitalismo contemporâneo. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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