Indicadores para a avaliação dos serviços de atenção obstétrica e neonatal em Belo Horizonte

dc.creatorAndreia Maria Martins Mello
dc.date.accessioned2022-10-25T13:46:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:08:53Z
dc.date.available2022-10-25T13:46:23Z
dc.date.issued2011-09-09
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46573
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInfecção Puerperal
dc.subjectMaternidades
dc.subjectMortalidade Materna
dc.subjectParto
dc.subjectPeríodo Pós-Parto
dc.subject.otherInfecção puerperal
dc.subject.otherNeonatal
dc.subject.otherObstétrica
dc.titleIndicadores para a avaliação dos serviços de atenção obstétrica e neonatal em Belo Horizonte
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Adriana Cristina de Oliveira Iquiapaza
local.contributor.advisor1Célia Cristina Duarte Starling
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2594160908597144
local.contributor.referee1Adriana Cristina de Oliveira Iquiapaza
local.contributor.referee1Wanessa Trindade Clemente
local.description.resumoA infecção puerperal continua sendo uma das principais causas de morbimortalidade no período pós-parto, ocupando o terceiro lugar entre as causas de mortalidade materna. A qualidade da assistência é fator primordial para controle da infecção puerperal. Para se alcançar a qualidade da assistência nos serviços de atenção obstétrica e neonatal e o controle eficaz da infecção puerperal, é necessário conhecer antes, a sua realidade. Ao analisar os indicadores propostos na Instrução Normativa 02/2008, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, pretendeu-se retratar a situação da atenção no município de Belo Horizonte, destacando-se a infecção puerperal por via de parto, a taxa de episiotomia, as taxas de cesariana e cesariana em primíparas e a taxa de mortalidade neonatal precoce, dentre os aspectos implicados no processo de produção de saúde da gestante e recém-nascido no parto e puerpério. O presente trabalho é um estudo do tipo descritivo, realizado por meio de informações secundárias do banco de dados da Gerência de Vigilância Sanitária de Belo Horizonte. Observou-se, que a que a média anual de permanência das puérperas oscilou entre 1,6 a 2,9 dias de internação pós-parto e que a taxa de cesarianas no município de Belo Horizonte variou de 89,2% até 20,8%. Notou-se que a episiotomia ainda se faz rotina, com taxa anual de até 93,8% em um determinado estabelecimento. Quanto à diferença na taxa de infecção puerperal relacionada a via de parto, observou-se que a mesma variou entre 0,3 e 1,0% no parto normal a 0,5 a 2,6 % no parto cesáreo. A infecção puerperal não ultrapassou a 3%, porém, ela se apresentou mais elevada nos casos de partos cesáreos. Destacou-se uma taxa de mortalidade neonatal precoce no município, alcançando patamares de 15,9% no 1º semestre em um estabelecimento. Foram verificadas algumas inconsistências nos dados disponíveis para pesquisa, dificultando que se alcançasse uma eficiente avaliação da situação do controle da qualidade da assistência materna e neonatal em Belo Horizonte, como, por exemplo, a ausência do fornecimento ou o envio de dados incompletos por parte de alguns serviços. Apesar disso, a investigação acerca dos indicadores de desempenho nas maternidades representa um avanço para a prática clínica e para o controle epidemiológico. O risco para infecção puerperal apareceu diretamente relacionado à modalidade de parto cesáreo, mas ainda é preciso melhorar o controle dos registros de cada serviço, de modo a aprimorar a análise dos dados. Na medida em que se introduzirem ações que permitam comparar melhor os achados, tornar-se-á possível orientar de forma mais refinada a implementação de estratégias de intervenções facilitadoras do cuidado e da prevenção desses agravos à saúde.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Vigilância e Controle das Infecções

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